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Sexta-feira, Outubro 22, 2021

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Abrantes | Autarquia avança para a reabilitação dos centros urbanos de Alferrarede e Rossio

O Executivo da Câmara Municipal de Abrantes aprovou esta quarta-feira, 2 de maio, por unanimidade, duas propostas acerca da reabilitação urbana e das políticas de urbanismo e ordenamento do território, propondo que seja dado início aos trabalhos de constituição de Área de Reabilitação Urbana (ARU) no centro urbano de Alferrarede e de Rossio ao Sul do Tejo e de elaboração da respetiva Operação de Reabilitação Urbana (ORU).

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A Câmara Municipal de Abrantes (CMA) decidiu dar início aos trabalhos de constituição de uma ARU – Área de Reabilitação Urbana nos centros urbanos de Alferrarede e de Rossio ao Sul do Tejo.

Decidiu igualmente dar início aos trabalhos de elaboração da Operação de Reabilitação Urbana (ORU) que se pretende implementar na ARU, a qual será oportunamente submetida para aprovação em momento simultâneo ou posterior à aprovação do respetivo projeto de delimitação.

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As duas propostas foram esta quarta-feira aprovadas por unanimidade em reunião de Executivo. A CMA será a entidade responsável pelo desenvolvimento dos trabalhos e pela gestão da futura ORU.

Esta decisão inicial para desenvolvimento do processo significa que, logo que a delimitação das ARU’s seja aprovada, os proprietários (particulares e entidades públicas) de imóveis degradados nas zonas a delimitar, em Alferrarede e no Rossio, vão poder aceder aos instrumentos disponíveis no âmbito da Regeneração Urbana, candidatando-se a incentivos financeiros para recuperarem o seu património e usufruir de benefícios fiscais.

As duas novas ARU vão juntar-se à aprovada pela CMA que abrange o centro histórico da cidade de Abrantes.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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