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Quarta-feira, Junho 16, 2021

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Abrantes | Autarquia apoia movimento associativo com 450 mil euros

A Câmara Municipal de Abrantes aprovou, no dia 18 de maio, uma despesa no valor de 261.661,43 euros, para suporte financeiro às candidaturas aprovadas (52) no âmbito do FinAbrantes – Programa de Apoio a Coletividades do Concelho de Abrantes. O montante reparte-se por três medidas e incidem sobre a Cultura, com 108.730,85€, Juventude, com 16.547,50€, e área Social, com 136.383,08€.

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Somando a verba relativa à medida 2 – Apoio à atividade desportiva – no valor total de 184.207,51 euros, já contratualizada, a Câmara de Abrantes coloca este ano ao serviço do movimento associativo do concelho uma verba a rondar os 450 mil euros (445.868,94€).

Relativamente à medida 5 – Eventos, atendendo ao estado de pandemia que se verifica no país, que condiciona de sobremaneira a realização de eventos, os mesmos serão aprovados progressivamente e ao longo do ano, em função da sua efetiva realização.

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Deixando votos para que a atividade cultural, desportiva e social possa retomar a normalidade, após o período mais agudo da pandemia covid-19, o presidente da Câmara sublinhou o compromisso com a continuidade do apoio municipal ao movimento associativo: “Temos muito orgulho neste programa que é objetivo, claro e transparente”.

Manuel Jorge Valamatos adiantou que este ano entrará em vigor a nova medida de apoio do FinAbrantes para conservação e beneficiação de infraestruturas das coletividades e para aquisição de equipamentos e de viaturas para suporte às suas atividades, estando disponíveis 300 mil euros para o efeito. 

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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