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Terça-feira, Janeiro 25, 2022
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Abrantes | Associação Vidas Cruzadas apresenta Centro de Recursos Pedagógicos

No mês em que se assinala o 13º aniversário da Associação Vidas Cruzadas, a instituição promoveu um workshop para apresentar o seu novo projeto: o Centro de Recursos Pedagógicos. Nesse âmbito, foi apresentado o kit pedagógico “Direitos em Jogo”, no dia 18 de fevereiro, na Escola Dr. Solano de Abreu, em Abrantes, para um grupo de profissionais da área social.

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A Associação convidou a psicóloga forense Rute Agulhas, para apresentar um dos kits de sua autoria. “Direitos em Jogo”, é um kit pedagógico em que, de forma divertida e descontraída, crianças e adultos aprendem estratégias para promover os direitos das crianças.

Os direitos das crianças nem sempre são assegurados, sendo que, muitas vezes, as próprias crianças, bem como os seus pais e cuidadores, os desconhecem. Frequentemente, identificam apenas os direitos relacionados com a satisfação das necessidades mais básicas das crianças.

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Esse será um dos kits disponíveis no Centro de Recursos Pedagógicos. O novo projeto pretende rentabilizar o investimento que se faz em kits pedagógicos para trabalhar competências emocionais, sociais e pessoais com as crianças, e ainda para prevenir situações de perigo, nomeadamente o abuso sexual.

Associação Vidas Cruzadas, em Abrantes. Créditos: Vidas cruzadas

Ao longo dos anos a Associação tem adquirido alguns instrumentos e decidiu agora formalizar este Centro de Recursos, de modo a poder ter uma estrutura mais organizada de aplicação destes instrumentos no território abrantino.

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A ideia é que numa primeira fase possa ser a equipa do Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental (CAFAP) a aplicar estes jogos em contexto escolar, a pedido das escolas ou das Associações de Pais e numa segunda fase, os profissionais das entidades da comunidade, poderem requisitar estes instrumentos para utilização nas suas instituições com as crianças.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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