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Quinta-feira, Dezembro 9, 2021
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Abrantes | Associação Cres.Ser assinala 15 anos em atividade social comunitária

A Cres.Ser – Associação de Desenvolvimento Pessoal e Comunitário, celebra 15 anos em atividade esta quarta-feira. A coletividade abrantina, com o estatuto de IPSS, foi fundada no dia 2 de junho de 2006.

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No âmbito do desenvolvimento pessoal e comunitário, mesmo em momento de pandemia, a Cres.Ser mantém algumas atividades, como o projeto Viver.Sénior, um trabalho de prevenção da saúde mental e física, com cerca de 140 idosos, em 11 ateliers, o Movi.Sénior, um protocolo para atividades de hidroginástica com idosos na piscina municipal, a par das AEC’s – Atividades de Enriquecimento Curricular, nas escolas do 1º ciclo do Agrupamento de Escolas nº 2 (e, Abrantes, Tramagal e S, Miguel do Rio Torto), e na Encosta Viva, num projeto de parceria em início de atividade.

Por enquanto, estão suspensas as consultas de Psicologia e de Terapia da Fala, sendo que, além desta dinâmica de intervenção social, a  Cres.Ser integra a Rede Social e da CPCJ.

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No passado, a associação desenvolveu outros projetos ou atividades no concelho de Abrantes, nomeadamente a edição de três livros com elementos de cultura popular, o Bairro ConVida, sendo parceira na intervenção no Bairro de Vale de Rãs, a banca de livros usados em várias circunstâncias e ações de alfabetização em 3 freguesias do concelho.

Por outro lado, a Cres.Ser desenvolveu trabalho ao nível do PIEF, agiu como mediadora intercultural para a comunidade cigana, participou nas Festas da Cidade e em festas das aldeias, lançou a Cres.Ser Saudável para com jovens em risco e ainda dinamizou o projeto Euro.Abrantes, com três campos internacionais de trabalho.

A associação Cres.Ser assinala 15 anos em 2021

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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