Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Quinta-feira, Outubro 21, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Abrantes | Arrancaram obras de instalação do primeiro equipamento de Ressonância Magnética no CHMT (c/áudio)

Com um prazo previsível de seis meses de obra e um milhão e 300 mil euros de investimento, arrancou a 23 de abril a montagem do estaleiro para instalação do primeiro equipamento de Ressonância Magnética no Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), e que vai ser instalado no Hospital de Abrantes.

- Publicidade -

- Publicidade -

Numa visita guiada ao início dos trabalhos e a outras obras que têm decorrido na unidade hospitalar de Abrantes, o presidente do Conselho de Administração do CHMT, Carlos Andrade Costa, explicou a complexa logística a efetuar nos próximos meses para a colocação deste equipamento de diagnóstico, uma aquisição que vai permitir que o CHMT deixe de estar dependente de entidades externas para a realização daqueles exames.

Este equipamento “deverá entrar em testes ainda durante o próximo verão e entrar em funcionamento em outubro”, disse, relativamente a um investimento que vem “colmatar a inexistência de equipamento de Ressonância Magnética em hospitais do Serviço Nacional de Saúde no Distrito de Santarém”, sendo que, também em breve, será instalado um equipamento similar no hospital da sede de distrito.

- Publicidade -

ÁUDIO: CARLOS ANDRADE COSTA, PRESIDENTE DO CA DO CHMT:

Acompanhado do presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, e de outros elementos do Conselho de Administração e do corpo clínico, como Ivone Caçador, a nova diretora clínica do CHMT, Carlos Andrade Costa, disse que ainda que este equipamento “será muito importante para todos aqueles que fazem trabalho de assistência aos nossos utentes”, prevendo que em outubro a ressonância magnética entre em funcionamento.

O presidente da Câmara de Abrantes e o presidente do CHMT na visita às obras em curso no hospital de Abrantes. Foto: CMA

Ivone Caçador, Diretora Clínica do Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE, destacou as mais valias do equipamento de ressonância magnética, quer em termos humanos, para utentes e profissionais, quer em termos financeiros, uma vez que o CHMT deixe de estar dependente de entidades externas para a realização daqueles exames.

ÁUDIO: IVONE CAÇADOR, DIRETORA CLINICA CHMT: 

Na ocasião, o presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos salientou que este é “um equipamento muito importante para a nossa comunidade e para a região, para uma melhor interpretação clínica dos nossos utentes”.

O autarca aludiu ainda à importância das anunciadas obras da requalificação da urgência médico-cirúrgica, e relembrou que a autarquia “tem previsto um projeto de requalificação de todo o parque de estacionamento e criação de um novo acesso, com a construção de uma rotunda, que irá permitir uma melhor acessibilidade ao Hospital de Abrantes”.

ÁUDIO: MANUEL JORGE VALAMATOS, PRESIDENTE CM ABRANTES:

Na Unidade Hospitalar de Abrantes, a par da recente requalificação dos balneários dos profissionais de saúde, estão também a decorrer trabalhos de remoção e substituição da caixilharia da fachada sul do edifício com o objetivo de criar melhores condições térmicas e de eficiência energética, obras que representam um investimento na ordem dos 500 mil euros.

Instalação de equipamento obriga a trabalhos de grande logísiica. Foto: CMA

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei e Castelo Branco, do distrito de Castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome