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Abrantes | Arquivo e Biblioteca Municipal reabriram ao público

No seguimento do plano de desconfinamento e das medidas apresentadas pelo Governo, reabriram ao público esta segunda-feira, dia 15, as instalações do Arquivo Municipal e da Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes. E a partir de hoje, dia 15 de março, e até 15 de abril, pode visitar na Biblioteca Municipal António Botto a exposição biográfica da abrantina Maria de Lourdes Pintasilgo, que foi a primeira mulher a assumir o cargo de primeiro-ministro em Portugal.

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Esta exposição, cedida pela Fundação Cuidar o Futuro, tem curadoria de Margarida Santos, presidente da Fundação, sendo a expografia da responsabilidade de Moana Santos e Carlos Serrano Ferreira.

A exposição poderá ser visitada na Biblioteca Municipal de Abrantes de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 15h00.

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Maria de Lourdes Pintasilgo nasceu em Abrantes, a 18 de janeiro de 1930, e liderou o V Governo Constitucional, de 31 de julho de 1079 a 3 de janeiro de 1980, na III República Portuguesa, e foi candidata às eleições presidenciais em 1986. Formou-se em Engenharia Química e, desde muito cedo, assumiu a liderança de associações e entidades ligadas a movimentos de mulheres ou estudantis, tendo participado ativamente na política institucional em Portugal.

A exposição poderá ser visitada na Biblioteca Municipal de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 15h00, ou seja durante o horário de abertura da Biblioteca António Botto.

Mesmo com as portas da Biblioteca abertas ao público, continuará a funcionar o serviço Biblioteca à porta – serviço de entrega de livros e outros documentos ao domicílio.

Também o Arquivo Municipal Eduardo Campos, sito na Rua Fausto Sacramento Marques, na Zona Industrial, está aberto ao público entre as 9h00 e as 12h30 e das 14h00 às 17h30, de segunda a sexta-feira.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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