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Abrantes aprova projeto de valorização das artes e ofícios tradicionais do Ribatejo Interior

A Câmara Municipal de Abrantes ratificou o despacho que aprova o protocolo a estabelecer entre a TAGUS, coordenadora da parceria que envolve os municípios de Abrantes, Constância e Sardoal, no âmbito de uma candidatura ao programa FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional -, para a execução da estratégia de valorização das artes e ofícios tradicionais do Ribatejo Interior (AO.RI, Artes e Ofícios do Ribatejo Interior).

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A candidatura irá focar-se na valorização das artes e ofícios tradicionais do Ribatejo Interior, procurando dinamizar um conjunto de iniciativas que contribuam, por um lado, para a sua preservação e, por outro, para a sua diferenciação e adaptação às necessidades atuais, complementando a oferta dos produtos turísticos do Médio Tejo.

Visará ainda potenciar a oferta turística existente na expectativa de, através destes ativos, contribuir para a atração de novos públicos, para o aumento de visitantes e da estada média de turistas e, por conseguinte, para a afirmação e maior competitividade deste destino.

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Será também “um forte contributo para sensibilizar os artesãos para o trabalho conjunto e para o cruzamento das diferentes artes, permitindo o aparecimento de novas áreas de expressão e de criação cultural e artística”, lê-se em nota de imprensa. Salienta-se ainda que esta intervenção “pode representar novas oportunidades de criação de emprego e, consequentemente, contribuir para a fixação da população, também um dos desígnios assumidos por esta associação de desenvolvimento local na sua estratégia territorial.

Conforme definido no protocolo, o investimento previsto na operação será financiado a 85%, no valor máximo de 61.591,69 euros, cofinanciado pelo FEDER, sendo que os parceiros se comprometem a financiar os 15% remanescentes, na proporcionalidade de 50% pelo Município de Abrantes (no valor de 5.434,55 euros) e os restantes 50%, divididos pelos Municípios de Constância e de Sardoal, no valor de 2.717,28 euros, cada.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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