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Segunda-feira, Setembro 27, 2021

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Abrantes | Animal que matou mulher na aldeia do Pego continua a assustar população

O animal que há umas semanas atacou uma mulher de 80 anos, acabando esta por morrer, continua a assustar a população do Pego, no concelho de Abrantes. Na quarta-feira, 8 de setembro, o bode soltou-se novamente do local onde se encontrava, tendo a Guarda Nacional Republicana sido chamada ao local.

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Fonte da GNR do Comando Territorial de Santarém confirmou ao nosso jornal tratar-se do mesmo animal, um bode (embora a população diga ser um carneiro), que no final de agosto atacou uma mulher de 80 anos. A idosa não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital de Abrantes, após ter sido vítima desse ataque, tal como então noticiámos.

O incidente ocorreu na Rua Vale de Ferreiros, na localidade do Pego. O animal não pertencia à vítima e o proprietário do bode terá de responder pelo sucedido em tribunal, segundo as autoridades policiais.

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Na data do incidente, a GNR indicou ao mediotejo.net que havia elaborado o auto de notícia, remetido ao Ministério Público, tratando-se de um processo crime com responsabilidade imputada ao proprietário do animal, sendo, no entanto, necessário apurar os factos e aguardar as decisões a decorrer.

Agora, a GNR avançou ao mediotejo.net ter realizado um aditamento ao auto de notícia, e enviado o mesmo para o Ministério Público, no sentido de informar que o problema persiste.

Após a morte da idosa, dentro dos procedimentos realizados pelas autoridades, o animal apreendido pela GNR foi novamente entregue ao proprietário como fiel depositário até haver uma decisão judicial, sendo o abate do animal, se assim for entendido, da competência da Direção Geral de Veterinária.

Mas o animal voltou a partir a corda, a soltar-se e a fugir do local onde se encontrava, assustando a população.

Podendo representar um perigo público, o mediotejo.net contactou na sexta-feira o coordenador da Proteção Civil Municipal no sentido de perceber se estão previstas medidas para acautelar a segurança da população do Pego, até à decisão das entidades competentes, mas não recebeu resposta.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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