Abrantes | Análise dá negativo no caso da menina de 16 anos suspeita de Covid-19

ACES Médio Tejo tem novo caso no Entroncamento e arranca com testes a amas das creches. Foto: DR

Deu negativa a análise de despiste de caso suspeito de Covid-19 à menina de 16 anos em isolamento no hospital de Abrantes, desde segunda-feira cerca das 14h00, segundo fonte oficial  da instituição escolar da qual é aluna em Mouriscas. A jovem estudante teve alta ao início da tarde de terça-feira e o seu quadro é sintomático com o de rinite alérgica e não do novo coronavírus.

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A menina, aluna externa da EPDRA, chegou ao hospital de Abrantes conduzida pela mãe na segunda-feira, precisou o diretor da instituição escolar, João Quinas, que disse ao mediotejo.net que “já foi confirmado não ser suspeita” do novo coronavírus. Neste momento, a jovem, residente em Mouriscas, “aguarda, no entanto, a confirmação do médico de emergência do Serviço Nacional de Saúde” e a respetiva alta, notou. A jovem acabaria por ter alta médica cerca das 13:30.

Se tudo se confirmar dentro do previsto, a aluna regressa esta quarta-feira às aulas.

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O diretor da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes garantiu ao mediotejo.net que a escola ativou o plano de contingência. Os delegados de saúde regionais decidem se a comunidade escolar tem de ficar em isolamento social e se basta suspender as aulas em algumas turmas ou encerrar a escola. As escolas tiveram até ao dia de segunda-feira para entregar os planos de contingência à Direção-Geral da Administração e Emprego Público.

Recorde-se que o Governo enviou orientações para os estabelecimentos de ensino no sentido de criarem um plano de contingência para o Covid-19. Sendo o Ministério da Educação responsável por orientar as escolas na criação dos mesmos, nomeadamente as medidas de prevenção diárias, medidas de isolamento, os procedimentos preventivos no regresso de viagens ao estrangeiro e os procedimentos a realizar em casos suspeitos.

Na EPDRA a direção decidiu “limitar ou condicionar os acessos” à escola como medida de prevenção, confirma João Quinas, acrescentando que “se a escola estiver encerrada, por exemplo 15 dias, ainda mais sendo ensino profissional, implica que os planos de estudo se arrastem e até alterada a época de exames”, vincou, acrescentando desconhecer a solução que futuramente o Ministério da Educação irá adotar.

O primeiro-ministro já admitiu o cenário de encerramento das escolas, antecipando as férias da Páscoa, por causa do surto do Covid-19, mas remeteu a decisão para o Conselho Nacional de Saúde Pública, que se reúne esta quarta-feira.

Em toda a região do Médio Tejo há casos suspeitos e outros em avaliação mas até ao momento não há casos confirmados de coronavírus.

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