Abrantes | Ana Margarida Carvalho apresenta romance recentemente premiado na Biblioteca

A romancista e jornalista Ana Margarida Carvalho vai estar em Abrantes esta quinta-feira, dia 23, pelas 21h30, para apresentar o livro “Não se pode morar nos olhos de um gato”, obra que que acaba de vencer o Prémio Literário Manuel de Boaventura 2017 (Município de Esposende) e está nomeada para o Prémio Autores 2017, na categoria de Literatura – Melhor Livro de Ficção, pela SPA – Sociedade Portuguesa de Autores.

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A apresentação, com entrada livre, terá lugar na Biblioteca Municipal António Botto, e conta com apresentação inicial da jornalista Margarida Serôdio, de Abrantes.

“Não se pode morar nos olhos de um gato” trata-se de um romance ficcionado – o título recupera um verso de Alexandre O’Neill (Crítica de Eduardo Pitta, revista Sábado) –  sobre a condição humana. Começa com o relato de um naufrágio ocorrido nos finais do século XIX, já depois da abolição da escravatura, ao largo do Brasil. A narrativa segue depois abordando o acesso a bens essenciais escassos e as relações entre os sobreviventes, lê-se no comunicado de imprensa da autarquia.

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Ana Margarida de Carvalho é licenciada em Direito mas foi no Jornalismo que fez carreira, assinando reportagens que lhe valeram vários prémios de prestígio do jornalismo português, entre os quais o Prémio Gazeta Revelação do Clube de Jornalistas de Lisboa, do Clube de Jornalistas do Porto ou da Casa de Imprensa.

Integrou a redação da SIC e publicou artigos na revista Ler, no Jornal de Letras, na Marie Claire e na Visão, onde foi até há relativamente pouco tempo Grande Repórter.
O seu primeiro romance “Que Importa a Fúria do Mar” venceu por unanimidade o Grande Prémio de Romance e Novela, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores em 2013. Tem sido considerada pela crítica como uma das melhores autoras da ficção portuguesa contemporânea.

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Joana Rita Santos
Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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