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Domingo, Setembro 26, 2021

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Abrantes | “Amigos do Mercado de Abrantes” promovem ato público simbólico no dia 1

O grupo Amigos do Mercado de Abrantes promove um “ato público simbólico de tomada de posição e compromisso eleitoral relativamente ao futuro deste espaço, no dia 1 de julho, às 18h00, junto ao antigo Mercado Diário.

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Esta ação, dizem, pretende ser “suprapartidária” com convite “dirigido, com absoluta isenção, a todas as forças políticas de Abrantes. O compromisso a assumir por cada uma é, como não podia deixar de ser, absolutamente livre.”

A organização pretende que “no dia em que se assinala o 2º Aniversário da Manifestação das Flores no Mercado, todas as forças políticas de Abrantes produzam uma breve declaração pública sobre o que defendem para o futuro do nosso Mercado Municipal, permitindo assim ao eleitorado abrantino fazer uma escolha informada sobre tão importante realidade da nossa cidade e concelho”, explica em nota de imprensa.

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Recorda-se as três posições defendidas pelos Amigos do Mercado de Abrantes:
1- Preservação integral do edifício do antigo Mercado, i.e. rejeição absoluta da sua demolição (mesmo mantendo as fachadas);
2- Regresso do mercado diário ao seu berço histórico, depois de requalificado com valências que gerem sinergias com o Mercado;
3- Dinamização do Mercado Municipal de Abrantes, como polo comercial, cultural e social da Cidade, em particular do seu centro histórico.

O grupo Amigos do Mercado de Abrantes afirma-se como “um grupo informal, independente e inclusivo, aberto a toda a comunidade, tendo por objetivo valorizar o Mercado Municipal de Abrantes, tanto na perspetiva da preservação do seu património material e imaterial, como da promoção da sua atracão e dinâmica comercial, social e cultural” e diz contar com 2.700 aderentes.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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