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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Abrantes | Alunos do concelho mantêm Atividades de Enriquecimento Curricular

A funcionar em todos os estabelecimentos de ensino do 1º ciclo do ensino básico, com 46 turmas constituídas no concelho de Abrantes, as AEC’s  – atividades pedagogicamente ricas ligadas à aquisição de competências básicas – são disponibilizadas gratuitamente. Este ano o investimento da autarquia ronda os 120 mil euros.

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O montante de 116.564,00 euros foi aprovado pelo executivo municipal, no dia 15 de setembro, para celebração de acordos de colaboração com associações de pais e outros parceiros locais, com vista à operacionalização das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC’s) durante o ano letivo 2020/2021, sendo que neste ano-letivo estão constituídas 46 turmas em Abrantes.

A funcionar em todos os estabelecimentos de ensino do 1º ciclo do ensino básico, as AEC’s decorrem em período complementar ao da atividade letiva, das 16h00 às 17h00, tendo a duração de 5 horas semanais.

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As AEC´s são consideradas “atividades pedagogicamente ricas ligadas à aquisição de competências básicas, constituindo um apoio às escolas, aos alunos e particularmente às famílias, adaptando os tempos de permanência dos alunos na escola às necessidades dos núcleos familiares, não sendo uma extensão das aulas ministradas no horário letivo” lê-se em nota de imprensa enviadas às redações.

Estas atividades de carácter prioritariamente lúdico são disponibilizadas gratuitamente pelo Ministério da Educação. Os encarregados de educação podem optar, ou não, pela sua frequência, já que a mesma não é obrigatória.

A Câmara Municipal de Abrantes constitui-se como entidade promotora deste programa, estando a sua operacionalização a cargo de associações de pais ou associações locais, sendo que as atividades são programadas em diálogo e articulação com os dois agrupamentos de escolas e as entidades que fazem a gestão das atividades.

As mesma enquadram-se no âmbito do Projeto Educativo Municipal, nomeadamente no objetivo de fomentar a aprendizagem de atividades nas áreas artísticas, científica, cultural e tecnológica, através do aumento de 10% do número de alunos a frequentar estas atividades. Essa preocupação está também refletida na linha de atuação da prevenção do abandono escolar, através da promoção da igualdade no acesso ao ensino.

Protocolos com entidades que fazem a gestão das AEC’s, por agrupamentos:

Agrupamento de Escolas nº 1 de Abrantes
Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB Mouriscas – 2 turmas – 5.068,00 euros – A brincar aprende-se e faz acontecer (jogos);
Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB Pego – 4 turmas – 10.136,00 euros – A brincar aprende-se e faz-se acontecer;
Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB Rossio ao Sul do Tejo – 3 turmas – 7.602,00 euros – A brincar aprende-se e faz-se acontecer;
Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB M.ª Lucília Moita – 6 turmas – 15.204,00 euros – A brincar aprende-se e faz-se acontecer;
Orfeão de Abrantes – 9 turmas – 22.806,00 euros – A brincar aprende-se e faz-se acontecer.

Agrupamento de Escolas nº 2 de Abrantes
Associação de Pais EB/JI António Torrado – 4 turmas – 10.136,00 euros – Danças, jogos tradicionais, pequenos cientistas, cinema e judo;
Associação de Pais e Encarregados de Educação da EB Chainça – 8 turmas – 20.272,00 euros – Danças, jogos tradicionais, inglês, filosofia para crianças e pequenos cientistas;
Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Estabelecimentos de Ensino do Oeste do Concelho de Abrantes (APEOCA) – 2 turmas – 5.068,00 euros – Jogos tradicionais, artes marciais, TIC, yoga e Inglês;
Cres.Ser – Associação de Desenvolvimento Pessoal e Comunitário – 8 turmas – 20.272,00 euros – Jogos tradicionais, pequenos cientistas, inglês e costura criativa.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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