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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Abrantes | Alunos da ESTA vencem prémio de Cinema

André Oliveira e Pedro Mourinha, alunos da Licenciatura em Vídeo e Cinema Documental da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA), receberam o Prémio do Público do Festival Internacional de Cinema Ferroviário – Cinerail.

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O filme “507” foi realizado com base em excertos de um caderno íntimo de um funcionário da CP. João Luz, diretor do curso que está a formar os jovens premiados, sublinha que os estudantes entraram na esfera da cinefilia “com um filme tocante”.

Foi a primeira vez que os dois estudantes se apresentaram a um concurso e acabaram por arrebatar um dos sete prémios da 22ª edição do Cinerail, que decorreu em Lisboa entre 22 e 29 de novembro.

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Na sinopse os jovens realizadores explicam de que trata o “507”: “Pelo caminho passado, viajamos numa nostalgia de um trabalhador reformado da CP, um relato onde a amizade e as vivências revelam toda a dedicação e partilha de uma vida suada por um bem maior.”

O filme foi apreciado juntamente com outras 64 obras, de realizadores de 23 países. Outras duas alunas da ESTA, Inês Costa e Mariana Oliveira, também se apresentaram a concurso.

A propósito do filme premiado, João Luz recorda: “Quando pensamos na História do cinema, há imagens que nos surgem de imediato e, entre elas, a chegada do comboio à estação, dos irmãos Lumière, é inevitável. Esta relação centenária entre cinema e comboios é marcante ao ponto de ser possível reunir em coletânea um vasto e notável conjunto de filmes cujo pano de fundo é a ferrovia.”

Com esta distinção, a Licenciatura em Vídeo e Cinema Documental da ESTA continua a dar passos sólidos na formação dos seus alunos, apostando num constante contacto com as novas tendências, tendo no seu corpo docente um conjunto de profissionais de excelência da área do Cinema e do Documentário e convidando realizadores, incluindo estrangeiros, para oficinas intensivas com os estudantes.

Em relação ao reconhecimento público do seu trabalho, André Oliveira lembra que se costuma dizer que “não existe sorte naquilo que fazemos, sendo a dedicação e a persistência o mais importante”.

O estudante reconhece que “é relevante ter ganhado este prémio, pois é o nosso primeiro filme em competição e acaba por ser um privilégio vê-lo emergir em grande tela”. Quanto ao futuro, o jovem realizador premiado diz que tudo pode acontecer: “É claro que não há limite, pois o Cinema é mesmo isso!”

Jornalista profissional há mais de 30 anos, passou por vários jornais diários nacionais, nomeadamente pelo 'Diário de Lisboa', 'Diário de Notícias' e 'A Capital'. Apaixonada pela profissão desde a adolescência, abraçou o jornalismo nas suas diversas áreas, desde o Desporto às Artes e Espetáculos, passando pela Política e pelos temas Internacionais. O jornalismo de proximidade surge agora no seu percurso.

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