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Abrantes | Alunos da Escola de Rio de Moinhos dinamizam projeto “SOS Azulejo”

O Centro Escolar de Rio de Moinhos celebrou na segunda-feira, 6 de maio, o dia nacional do azulejo com a apresentação de um painel cerâmico realizado pelos alunos, concebido no âmbito do projeto “SOS Azulejo”.

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O projeto da escola de Rio de Moinhos iniciou-se com a sensibilização para a importância e necessidade de preservação do património azulejar português com uma breve pesquisa da história do azulejo em Portugal, a realizar pelos alunos dos terceiro e quarto anos. Através da apresentação da informação obtida, na pesquisa efetuada, foram envolvidos os restantes alunos da escola. Após a envolvência de todos, os alunos desenharam diversos padrões e desenhos de azulejo.

Realizou-se uma visita pela localidade para observar e registar fotograficamente algum do património azulejar, patente em diversos edifícios. Posteriormente e recorrendo a diversas técnicas, foram produzidos vários azulejos.

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A temática a abordar nesses azulejos passou pelos símbolos do património local: o rio, os barcos ou as flores. Os vários azulejos foram agrupados num painel coletivo para afixar na escola.

Painel de azulejos realizado pelos alunos do Centro Escolar de Rio de Moinhos. Créditos: APEOCA

O Projeto “SOS Azulejo”, criado em 2007 com o intuito de salvaguardar e valorizar o património azulejar português, é de iniciativa e coordenação do Museu de Polícia Judiciária, órgão da Escola de Polícia Judiciária, e nasceu da necessidade imperiosa de combater a grave delapidação do património azulejar português que se verifica atualmente, de modo crescente e alarmante, por furto, vandalismo e incúria.

Para além da comunidade escolar, a apresentação contou com a presença dos presidentes das Juntas de Freguesia de Rio de Moinhos, Rui André, e Aldeia do Mato, Álvaro Paulino, com a Escola dos Sorrisos do Centro de Apoio a Idosos de Rio de Moinhos e com a presença da adjunta do diretor do Agrupamento de Escolas nº2 de Abrantes.

A apresentação do painel iniciou com uma atuação musical preparada pela professora Luísa e executada pelas crianças da escola. O trabalho apresentado foi coordenado pela professora Paula Santos com a colaboração de todas as docentes e orientado pela professora Mónica Vieira.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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