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Segunda-feira, Junho 21, 2021

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Abrantes | Alunos carenciados recebem refeições durante o encerramento das escolas

Apesar do encerramento das escolas, por causa da pandemia de Covid-19, são 48 os alunos com escalão A do concelho de Abrantes que continuam a receber o almoço. O Município garante as refeições dos alunos mais carenciados, deu conta a vereadora Celeste Simão, responsável pela Ação Social.

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A Câmara Municipal de Abrantes explicou esta terça-feira, 17 de março, como é que vai garantir que as refeições cheguem aos alunos com apoio social escolar.

De acordo com as orientações emanadas pelo Ministério da Educação, o fornecimento de refeições escolares aos alunos de escalão A, até 13 de abril, será garantido desde que os Encarregados de Educação manifestem essa necessidade.

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A situação desencadeou-se durante o passado fim de semana “quando me foi solicitado a sinalização de duas escolas, uma por Agrupamento, para receber os filhos dos profissionais de saúde, bombeiros e forças de segurança” explica Celeste Simão, vereadora responsável pela Ação Social no concelho de Abrantes, falando num trabalho em articulação com os diretores dos dois Agrupamentos de Escolas.

Mas além das escolas de referência, outras escolas do concelho estarão também abertas para garantir que as crianças mais desfavorecidas não perdem o direito às refeições devido à situação de emergência que se vive no País.

No concelho de Abrantes são 275 os alunos sinalizados com escalão A, mas por decisão dos Encarregados de Educação apenas 48, até ao momento, optaram por continuar a receber o almoço para os seus educandos.

Ou seja, “na escola de Alvega são cinco refeições, na Escola Maria Lucília Moita são 10, na Escola do Pego uma criança sinalizada, em Rossio ao Sul do Tejo são cinco sinalizadas, na Escola dos Quinchosos temos três, no Jardim de Infância de São João temos quatro, na Escola da Chainça temos oito, em Rio de Moinhos temos uma e na Escola de Tramagal temos 11”, indicou Celeste Simão. A autarquia anunciou que as refeições serão entregues nas respetivas escolas.

Celeste Simão admite, no entanto, que a comunidades educativa ainda está a tentar adaptar-se às mudanças provocadas pela disseminação do novo coronavírus. “Uma tarefa nada fácil! Enquanto noutros concelhos pode não haver muitas crianças transportadas, no nosso, devido à extensão geográfica muitas crianças são transportadas. E a empresa está preparada para fazer a entrega das refeições nas escolas sinalizadas desde o início do ano”, afirmou.

Certo é que, devido à pandemia por Covid-19, de um dia para o outro, as escolas encerraram e as orientações, que chegam da Direção-Geral de Saúde e do Governo, “podem alterar a todo o tempo. Vamos acompanhando!” tal como as situações de vulnerabilidade na comunidade abrantina, garantiu o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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