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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Abrantes | Acidente provoca 2 mortos e 6 feridos na EN2 (atualizada)

Uma colisão entre um camião e um veículo misto de passageiros obrigou ao fecho da Estrada Nacional 2 (EN2) esta manhã, em Vale de Cortiças, no concelho de Abrantes. O acidente ocorreu perto das 6 da manhã, cortando a estrada durante várias horas, entre Rossio e Bemposta. A estrada foi reaberta já perto das 11 da manhã, depois de feita a remoção das viaturas, a limpeza da via e a recolha de indícios pela equipa de investigação de acidentes.

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Segundo o comandante dos Bombeiros de Abrantes, António Jesus, deste acidente resultaram “oito vítimas, quatro homens e quatro mulheres. Duas delas foram projetadas do veículo misto de passageiros, devido ao embate com a viatura de carga”, disse, confirmando “cinco feridos graves, um ferido leve e duas vítimas mortais: um homem e uma mulher com cerca de 50 anos”. Acrescentou ainda terem decorrido trabalhos de desencarceramento de “seis vítimas”.

Contactada pela Lusa, fonte do INEM especificou que uma mulher de 20 anos ficou ferida gravemente, tendo sido transportada num helicóptero para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Os cinco feridos ligeiros são três homens, de 53, 21 e 70 anos, e duas mulheres com 63 e 40 anos, tendo todos sido transportados para o hospital de Abrantes. 

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Os Bombeiros de Abrantes receberam o alerta cerca das 06h41 desta quinta-feira, 11 de novembro.

António Jesus explicou ao nosso jornal que o choque frontal do veículo pesado com a veiculo ligeiro aconteceu no sentido Abrantes/Ponte de Sor. A viatura mista de passageiros circulava no sentido Ponte de Sor/Abrantes.

O mediotejo.net sabe que o veículo ligeiro transportava trabalhadores agrícolas da empresa ‘O Campo’.

Para o local foram enviados 32 operacionais das corporações de Bombeiros de Abrantes, Mação, Sardoal e Constância, um helicóptero do INEM, 13 veículos, entre os quais duas ambulâncias de Suporte Imediato de Vida (SIV) e uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER).

Os acidentes rodoviários são comuns naquele troço da Estrada Nacional 2. Em maio último, em conversa com o nosso jornal, Manuel João Alves, presidente da Junta de Freguesia de Bemposta, alertava para os problemas de sinistralidade da EN2 entre Abrantes e Ponte de Sor.

Na altura, admitindo desconhecer o índice de sinistralidade existente na sua área de influência, contabilizou, em média, desde o cruzamento de Foros do Arrão até ao Rossio ao Sul do Tejo “dois acidentes por mês”. Acidentes com “consequências mais graves”, lembrava, “ocorreu um há dois anos, que fez uma vítima mortal, numa das curvas”, ao quilómetro 418.6.

Além disso, notou que o piso da EN2 estava a ficar degradado. “Espero que não seja para muito tarde a intervenção a efetuar.”

Recentemente, de 10 a 24 de setembro de 2021, a Infraestruturas de Portugal realizou trabalhos de melhoria do pavimento da EN2, num troço entre o quilómetro 408 e 425, entre Arrifana e Bemposta. A empreitada pretendia melhorar as condições de segurança e circulação rodoviária deste troço da EN2, em Abrantes, explicou a IP em nota de imprensa.

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A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Sou diretora do jornal mediotejo.net e da revista Ponto, e diretora editorial da Médio Tejo Edições / Origami Livros. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

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