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Sábado, Julho 24, 2021

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Abrantes | “25 Anos de Memórias” assinalam aniversário da Biblioteca Municipal António Botto

A Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, celebrou, esta segunda-feira dia 26 de novembro, 25 anos. A sessão evocativa ’25 Anos de Memórias’ foi abrilhantada pela guitarra portuguesa de João Vaz, seguida de um jantar convívio aberto à comunidade. A atual biblioteca foi concebida de acordo com o programa da Rede Nacional de Leitura Pública e abriu em 26 de novembro de 1993.

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A Biblioteca Municipal António Botto apresenta-se como uma biblioteca pública no sentido que o Manifesto da Unesco deu a este conceito, resultando numa instituição ativa, interveniente no meio e, como sublinha este Manifesto, “aberta a todos os membros da comunidade, sem distinção de raça, cor, nacionalidade, idade, religião, língua, situação social ou nível de instrução”.

Nesse espírito tem como objetivos, contribuir para assegurar a qualidade de vida dos cidadãos – prioritariamente dos abrantinos – nos aspetos educativo, cultural, científico ou económico, e fomentar a ideia de uma sociedade democrática através da prossecução contínua e permanente de objetivos de educação, cultura, formação e lazer.

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Contudo a sua história não começou há 25 anos. Já em 1887 existia em Abrantes uma sociedade chamada Biblioteca Popular de Abrantes, que três anos mais tarde mudou o nome para Sociedade João de Deus. Os seus objetivos eram manter uma biblioteca e organizar conferências que viessem de encontro aos interesses da classe operária.

Apesar de ser uma instituição privada foi ela que deu origem à primeira biblioteca de Abrantes, onde era possível o empréstimo domiciliário por um período de oito dias, excetuando-se os dicionários, atlas e livros não encapados. Dois anos mais tarde, em 1889, foi criada a Biblioteca Escolar de S. Vicente, na qual se podia ler ou efetuar empréstimos durante o horário escolar.

A 3 de agosto de 1933 o município decidiu efetuar obras que permitissem instalar a biblioteca no rés-do-chão do edifício dos passos do concelho. Trinta anos mais tarde a Fundação Calouste Gulbenkian estabeleceu aí a Biblioteca Fixa nº 134.

Em fevereiro de 1982 a biblioteca fechou temporariamente para ser transferida para o convento de S. Domingos, ala Sul, onde funcionou até 1993. Entretanto uma biblioteca moderna foi construída no mesmo edifício através de um contrato programa entre o município e o Instituto Português do Livro e da Leitura.

A nova biblioteca foi concebida de acordo com o programa da Rede Nacional de Leitura Pública e abriu em 26 de novembro de 1993.

Em 1999 foi disponibilizado o 1º projeto de Internet, remodelado em 2001 com integração de catálogo em linha, biblioteca virtual, informação à comunidade, entre outros serviços pioneiros na área das bibliotecas em Portugal.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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