Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Quarta-feira, Dezembro 1, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Abrantes | 18ª Feira Nacional de Doçaria Tradicional de 25 a 27 de outubro

A 18ª Feira Nacional de Doçaria Tradicional irá acontecer entre os dias 25 e 27 de outubro, no Largo 1º de Maio, centro histórico de Abrantes, sendo esta uma montra nacional da doçaria conventual e tradicional mais representativa de vários pontos do país.

- Publicidade -

Todos os anos, o melhor da doçaria nacional enche as vitrinas dos expositores que participam nesta iniciativa da Câmara Municipal de Abrantes, organizada em colaboração com a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, estando habitualmente representadas no certame iguarias de norte a sul do país e também das ilhas.

Marcam presença no evento as tigeladas, broas, palha de Abrantes, queijinhos do céu, cornucópias de Alcobaça, barriga dos monges, toucinho-do-céu, sericaia, bolo fidalgo, pão de rala, rançoso, morgado do Alentejo, malassadas e bolo lêvedo dos Açores, brisas do Tâmega, queijadas de S. Gonçalo, pastéis de Tentúgal, ovos-moles de Aveiro, pão-de-ló de Ovar e de Margaride e pastéis de Feijão de Torres Novas, entre muitos outros.

- Publicidade -

As tradicionais cavacas, pão de Deus, suspiros, filhós, coscoréis, bolos de noiva e uma panóplia alargada de broas características desta época do ano irão ainda figurar nas dezenas de expositores que marcam preencher o centro histórico de Abrantes, num evento que conta habitualmente com animação musical, oficinas de doçaria, espetáculos e animação infantil e actividades desportivas, como um passeio de BTT e uma caminhada pelo Centro Histórico de Abrantes.

O pão-de-ló de Margaride, de Felgueiras, está representado desde 2016 na Feira de Doçaria em Abrantes. Foto arquivo: mediotejo.net

Este certame realiza-se em Abrantes desde 2002, com o objectivo de promover e valorizar a rica doçaria tradicional e conventual da região, juntando-a a outros ícones nacionais e contando com a ajuda de diversos agentes locais, que contribuem com a dinamização de iniciativas que integram o programa da feira.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome