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Segunda-feira, Junho 14, 2021

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“A vida é feita de escolhas”, por Vasco Damas

A vida é feita de escolhas e, em cada opção que tomamos, há ganhos e há perdas, que estão muito longe de se esgotar no campo material e, inclusivamente, muitas delas não são sequer mensuráveis.

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O que quero dizer é que há escolhas óbvias com resultados óbvios, mas a grande maioria, não o são. E nessas, a única certeza que temos é que ficaremos sempre com a dúvida do acerto da nossa escolha, porque, mesmo que corra mal, não sabemos se podia ter corrido pior, e quando corre bem, também não sabemos se não podia ter corrido melhor.

Há, no entanto, escolhas que têm maior impacto no futuro da vida de cada um de nós. Escolhas que mudam a nossa vida de forma profunda e que nos obrigam a recomeçar e a reaprender. São essas que, normalmente, nos colocam desafios e nos ensinam para que consigamos chegar aonde nunca tínhamos imaginado.

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Como já escrevi neste espaço, as facilidades nivelam por baixo e as dificuldades forjam os vencedores, sendo as escolhas difíceis aquelas que envolvem mais riscos e, por isso, aquelas que nos fazem perder ou ganhar mais.

Podemos perder ganhando ou ganhar perdendo, porque como referi no início desta crónica, os ganhos e as perdas estão longe de se esgotar no plano material e, muitas vezes, não são sequer mensuráveis e só as conseguimos avaliar muito tempo depois da decisão tomada.

Também sabemos, porque é do senso-comum, que em certos momentos de estagnação ou insatisfação, pode ser necessário dar hoje um passo atrás, para conseguir amanhã dar dois em frente.

Mas também há escolhas que podemos fazer que, não mudando logo a nossa vida, abrem janelas de oportunidade para um admirável mundo novo. Um mundo mais justo, mais atento, mais solidário, mais equilibrado e onde as promessas que se fazem, se fazem para serem cumpridas.

Nesta matéria, podemos continuar a escolher como sempre escolhemos, aquilo que não podemos querer é que as mesmas escolhas produzam resultados diferentes. 

Como também já o escrevi, as aparências iludem e as dificuldades estruturais não se resolvem com brilhos artificiais. Se calhar não temos esta noção, mas há escolhas que fazemos que se podem tornar mais importantes para o nosso futuro, do aquelas que fazemos diretamente na nossa vida. Talvez valha a pena pensar nisto, talvez valha a pena começar já a pensar nisto.

Se entendemos que está tudo bem e que queremos mais do mesmo, então não há dúvidas e devemos continuar a escolher como sempre escolhemos. Mas se temos dúvidas em relação ao “estado da nação”, então talvez valha a pena dar o benefício da dúvida. E nesta matéria temos uma enorme vantagem em relação a outras matérias em que temos de tomar decisões.

É que aqui, não há erros insolúveis, e se concluirmos que a nossa escolha não honrou os compromissos assumidos e as promessas feitas, podemos, alguns anos depois, mudar a nossa decisão anterior. É, talvez valha mesmo a pena começar a pensar nisto, e sim, a vida é mesmo feita de decisões, e por muito que “culpemos” o destino, ele nunca será o culpado das nossas escolhas.

É gestor e trabalhar com pessoas, contribuir para o seu crescimento e levá-las a ultrapassar os limites que pensavam que tinham é a sua maior satisfação profissional. Gosta do equilíbrio entre a família como porto de abrigo e das “tempestades” saudáveis provocadas pelos convívios entre amigos. Adora o mar, principalmente no Inverno, que utiliza, sempre que possível, como profilaxia natural. Nos tempos livres gosta de “viajar” à boleia de um bom livro ou de um bom filme. Em síntese, adora desfrutar dos pequenos prazeres da vida.

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