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Sábado, Julho 31, 2021

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“A verdade do crescimento e a preocupação com a região”, por Hugo Costa

Na passada terça-feira e contra muita especulação dos que ventilam contra o próprio País, Portugal foi o país que mais cresceu economicamente na zona euro, com uma taxa de crescimento na casa dos 0,8%, o que é demonstrativo de que a devolução de rendimentos e a confiança são conceitos amigos da economia. Um crescimento económico é normalmente uma boa notícia, nomeadamente num país a recuperar de uma crise, aumentando a confiança dos investidores e dos consumidores.

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A prestação orçamental de 2015, preconizada pelas políticas do anterior Governo, deixaram o país em risco de lhe serem aplicadas, sanções europeias, designadamente a suspensão da atribuição de fundos comunitários tão essenciais para o desenvolvimento do País. Essas hipotéticas sanções, ainda que, profundamente injustas eram baseadas nos erros de Política Orçamental do anterior Governo, como foi assumido pelo PSD na Assembleia da República aquando da apresentação do seu voto de condenação no que se refere ao assunto. As sanções não deixaram de ser uma miragem e o orçamento foi aprovado em Bruxelas sem margem para dúvidas, contrariamente à vontade dos algozes de Portugal. A Comissão Europeia, que há um ano atrás duvidava do Governo, tece atualmente elogios públicos ao mesmo, como constatamos  esta semana, por parte do comissário Pierre Moscovici.

Na última semana e conforme já tinha referido no último artigo, continuou o debate na especialidade do Orçamento do Estado para o ano de 2017. Na discussão do documento, tornou-se possível um novo debate sobre questões regionais, nomeadamente no tocante à saúde e à cultura, somados aos temas já abordados no último artigo.

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Em matéria de saúde, o distrito de Santarém só pode agradecer ao atual Ministro da Saúde, o seu empenho na resolução dos problemas da saúde na região. A abertura do internamento em medicina interna em Tomar, a possibilidade dos cidadãos do concelho de Ourém serem servidos pelo Hospital de Leiria e o início do processo para as obras no bloco operatório em Santarém, são apenas meros exemplos dos empenho e compromisso do Ministro da Saúde com o nosso distrito.

No que concerne à cultura, foi possível ressalvar alguns dos investimentos em património, após as negociações dos Municípios do Médio Tejo, contra as imposições do anterior Governo a nível central, que não tinha mapeado esses investimentos. O exemplo do Aqueduto dos Pegões foi o mais debatido, mas não é o único.

Existem muitos problemas em todas as áreas para resolver no distrito de Santarém, mas certamente com empenho, trabalho e compromisso, será possível encontrar soluções que satisfaçam as necessidades mais prementes.

Deputado na Assembleia da República e membro das Comissões de Economia, Inovação e Obras Públicas e Habitação, é também membro da Comissão de Orçamento e Finanças. Diz adorar o Ribatejo e o nosso país. Defende uma política de proximidade junto dos cidadãos. Tem 36 anos, é de Tomar e licenciou-se em Economia pelo ISEG. É membro da Assembleia Municipal de Tomar e da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Tem como temas de interesse a economia, a energia, os transportes, o ambiente e os fundos comunitários.

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