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À Mesa | Em abril iguarias mil com doces de Tomar e dos Conventos

Beijinhos de Tomar, cornucópias, bolos de cama, fatias de Tomar, estrelas de Tomar, Beija-me Depressa, tigeladas, castanhas de ovos, Nabantinos, espadas de Dom Gualdim, templárias, queijinhos de Tomar e outros tantos exemplares que preenchem a carta de iguarias da doçaria tradicional tomarense vão estar à prova durante este mês de abril, na décima terceira edição da mostra de doçaria “De Tomar e dos Conventos”.

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Este ano a iniciativa decorre em 10 pastelarias aderentes, em regime de take-away e em muitos casos com encomenda prévia, permitindo aos mais gulosos comer uma especialidade diferente em cada dia do mês, uma vez que são confecionados cerca de 30 doces distintos.

O Município promove de forma diferente, fazendo à face à pandemia, mais uma iniciativa de divulgação e incentivo à economia local, estimulando também a compra no comércio local por parte da comunidade. O que antes seria uma mostra e convívio na Praça, com dezenas de pastelarias presentes e centenas de visitantes e degustadores, é agora uma ação essencialmente de promoção local.

Fatias de Tomar, Pimpinelas, Bolos de Cama e Castanhas Doces são alguns dos doces conventuais que podem ser provados na Mostra de Doçaria Tomarense Foto arquivo: mediotejo.net
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Com o desconfinamento, talvez já seja possível saborear um destes doces numa esplanada ou jardim, e quem sabe durante uma visita por terras nabantinas quando assim for permitido.

A doçaria tomarense é de base conventual, cujas receitas assentam essencialmente na utilização de gemas de ovos, seja na base da receita, seja no recheio ou cobertura com doce de ovos, fios de ovos, e onde surge também a amêndoa e uma grande dose de açúcar que promete arrebatar até o paladar mais exigente.

Beija-me Depressa

Consulte aqui a lista de pastelarias aderentes, moradas e horários de funcionamento, bem como as suas especialidades:

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres: o conhecimento e o saber, a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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