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Quinta-feira, Agosto 5, 2021

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“A esperança”, por Hugo Costa

Na última semana tivemos conhecimento de uma sondagem da Aximage em que a vantagem do PS sobre o PSD alargou para cerca de 10%, enquanto isso, o CDS-PP continua em queda abruta, provavelmente vítima do partido não ir a eleições de forma consecutiva.

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Não vivemos de sondagens, estas são apenas instrumentos que devem ser utilizados e compreendidos no meio político, mas são sinais relevantes. O Governo do PS com apoio parlamentar à esquerda continua a devolver a esperança ao país, enquanto da oposição ouvimos sempre o quanto pior melhor.

O país merecia melhor oposição. Uma oposição que debatesse propostas e não fizesse como o PSD que nem propostas apresenta para o Orçamento do Estado. Uma “birra” de quem não compreende que já não é Primeiro-Ministro.

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Esta semana quando o Primeiro-Ministro António Costa decidiu e bem reunir com os outros países do sul, Pedro Passos Coelho veio criticar. Critica porque temos um Governo que defende os interesses do país e procura aliados políticos nas batalhas económicas.

Enquanto isso, Pedro Passos Coelho acha que Portugal é um pais sem voz e que a austeridade faz bem aos portugueses, na velha máxima “ ir além da troika”.

Tenho as minha sinceras dúvidas que os portugueses acreditem que não é bom discutir com os países da Europa do sul. Portugal deve debater e conseguir vitórias diplomáticas. Este é o caminho que o Governo defende. O PSD e o CDS tentaram implementar em Portugal um modelo sem Estado Social e sem direitos. Os portugueses precisam de esperança.

Deputado na Assembleia da República e membro das Comissões de Economia, Inovação e Obras Públicas e Habitação, é também membro da Comissão de Orçamento e Finanças. Diz adorar o Ribatejo e o nosso país. Defende uma política de proximidade junto dos cidadãos. Tem 36 anos, é de Tomar e licenciou-se em Economia pelo ISEG. É membro da Assembleia Municipal de Tomar e da Assembleia da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo. Tem como temas de interesse a economia, a energia, os transportes, o ambiente e os fundos comunitários.

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