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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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À Descoberta | Percurso pedestre botânico em Pedrogão Pequeno

A proposta para um «à descoberta» da região para este sábado, dia 10 de dezembro, centra-se no Pedrogão Pequeno, na Sertã, um local referenciado por vários motivos tais como ser uma Aldeia de Xisto, pela proximidade com a albufeira da Barragem do Cabril, e também a sua história, que remonta à época Filipina.

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Segundo a organização deste evento de turismo de natureza, a “abordagem mais botânica” a este percurso pedestre deve-se ao facto desta localidade estar num enclave granítico, entre maciços xistosos, o que faz que a vegetação existente apresente detalhes particularmente interessantes relativamente à região envolvente.

A equipa de Bruno Cardoso, um homem de Vila de Rei que faz questão de mostrar os cantos paradisíacos da região do Médio Tejo, vai acompanhada da sua bióloga de serviço aproveitando o potencial do traçado de um dos Caminhos do Xisto de Pedrogão Pequeno para mostrar aos participantes um autêntico “jardim botânico” natural que se esconde neste local e que não é mencionado nos roteiros turísticos.

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A actividade tem um custo de 15 euros por pessoa, incluindo acompanhamento com guia especializado, um lanche servido a meio do percurso e seguro.

09H00 – Início do passeio. Concentração Junto ao Mercado Municipal de Pedrogão Pequeno GPS: Latitude: 39°37’0.70″N; Longitude: 8° 7’52.20″W);
13h00 – Final do Percurso.

A enridade organizadora, a ZêzereTrek, refere que, caso os participantes desejem almoçar, poderá providenciar refeições através do apoio de um parceiro local.

Para inscrições ou questões sobre o passeio, o melhor mesmo é contactar a organização através do número de telefone 934 877 160 ou pelo email: zezeretrek@zezeretrek.com

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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