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Sábado, Outubro 23, 2021

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Tramagal | Este domingo há caminhada pela ribeira de Alcolobre

A Junta de Freguesia de Tramagal e o município de Abrantes promovem uma caminhada este domingo, dia 19 de maio, às 9:00, pela ribeira de Alcolobre, afluente da margem esquerda do rio Tejo, na fronteira entre Abrantes e Constância. O ponto de encontro é na igreja de Crucifixo.

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O percurso apresenta um grau de dificuldade mediano – as características do terreno impõem um ritmo lento de caminhada -, sendo a distância a percorrer de cerca de 8/9 km. Ao longo do seu percurso, a ribeira de Alcolobre atravessa um vale encaixado e profundo que involuntariamente condicionou a utilização de todo o ecossistema ribeirinho, preservando-se o património natural ali existente.

O ponto de encontro é na Igreja do Crucifixo, no Crucifixo, em Tramagal, às 9:00, para esta caminhada pelas margens da ribeira do Alcolobre, sendo aconselhável que os participantes levem calçado e roupa adequada ao passeio pedestre, água e chapéu.

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Às 13:00 há lugar a almoço/churrasco com os participantes nas instalações da Sociedade União Crucifixense (SUC).

A atividade é gratuita e custa 5 euros a quem quiser participar também no almoço. As inscrições estiveram a decorrer na sede da Junta de Freguesia de Tramagal até à passada quarta-feira, dia 15 de maio, pelo que, para tentar ainda participar o melhor é mesmo contactar a junta de freguesia pessoalmente ou pelo email: freguesiatramagal@gmail.com

A ribeira de Alcolobre marca o limite entre o concelho de Abrantes e Constância e desagua na margem esquerda do rio Tejo, representando seguramente um dos locais mais belos do Ribatejo Interior.

Com uma galeria ripícola bem conservada composta pelo amieiro (Alnus glunitosa), freixo (Franxinus angustifolia), borrazeira-preta (Salix atrocinerea), borrazeira-branca (Salix salvifolia) e amieiro-negro (Frangula alnus), a ribeira de Alcolobre alberga ainda uma comunidade representativa de gilbraldeira (Ruscus aculeatus) e de feto-real (Osmunda regalis).

No que diz respeito ao património construído realça-se a presença de várias ruínas de azenhas e respetivas levadas que conduziam a água.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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