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Domingo, Setembro 26, 2021

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À Descoberta | Fauna e flora do Médio Tejo

O poejo (Mentha pulegium) é uma das espécies mais conhecidas do género Mentha. Da família Lamiaceae, é uma perene cespitosa de raízes rizomatosas que cresce bem em locais húmidos ou junto de cursos fluviais, onde pode ser encontrada selvagem entre gramíneas e outras plantas. Os seus erectos talos quadrangulares, muito ramificados, podem chegar a medir entre 30 a 40 cm. As folhas são lanceoladas e ligeiramente dentadas, de cor entre os verdes médio e escuro. Dispõem-se opostamente ao longo dos talos.

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As diminutas flores rosadas nascem agrupadas em densas inflorescências globosas. É de notar que o óleo essencial do poejo é venenoso, sendo especialmente perigoso para as grávidas pois pode causar o aborto. Nos cozinhados deve, pois, ser usado em moderação e evitado completamente pelas grávidas.

Esta planta aromática, de crescimento espontâneo, é conhecida há séculos em todo o Mediterrâneo e Ásia ocidental pelas suas propriedades carminativas (reduz os gases intestinais) e relaxantes quando tomada em infusão. Expectorante, contra a gripe, tosse crónica, calmante para o sistema nervoso, constipações, insónias, dores reumáticas, acidez do estômago, fermentação, enjoo, bronquite e asma. Em Portugal é usada para culinária, infusões e também para o fabrico de licor, principalmente no sul do país.

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Por extração de um óleo essencial, também pode ser usada em aromaterapia.

O seu nome científico é curioso porquanto o termo pulegium, deriva da palavra latina pulex (pulga), deve-se ao antigo costume de queimar poejo no interior das casas para repelir estes insectos. A banda Nirvana possui uma música chamada Pennyroyal Tea, que em uma tradução livre significa “chá de poejo”.

Fonte: Wikipédia

Nasceu a 30 de Janeiro de 1961 em Lisboa e cresceu no Alentejo, em Santiago do Cacém. Dali partiu em 1980 para ingressar no Exército e no Curso de Enfermagem. Foi colocado em Santa Margarida e por aqui fez carreira acabando por fixar-se no Tramagal em 2000. A sua primeira ligação à Vila "metalúrgica" surge em 1988 como Enfermeiro do TSU. Munido da sua primeira câmera digital, em 2009 e com a passagem à situação de reserva, começou a registar a fauna do Vale do Tejo, a natureza e o património edificado da região, as ruas, as pessoas... Com colaborações regulares em jornais da região e nacionais este autodidata acaba por conseguir o reconhecimento público, materializado em alguns prémios. Foi galardoado na 8ª Gala de Cultura e Desporto de Tramagal na categoria de Artes Plásticas (Fotografia) em 2013.

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