À Descoberta | Fauna do Médio Tejo

O Picanço-barreteiro (Lanius senator) é uma ave passeriforme lanídea com cerca de 17 cm. A nuca e a garganta são de um castanho-encarniçado. O resto da plumagem é em tons de branco e preto. A fêmea apresenta um padrão semelhante, todavia as suas cores são menos vistosas.

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O picanço-barreteiro ocorre em todos os países do Mediterrâneo, incluindo Portugal, habitando pomares soalheiros e secos, e terrenos de arbustos. A sua alimentação é composta essencialmente por insectos, tais como os gafanhotos, consumindo, por vezes, pequenas aves, como os pardais.Ele tem o hábito de espetar a caça em alguma coisa para comê-la, pois suas patas são curtas demais para alcançarem o bico.

O ninho é construído pela fêmea e encontra-se nas árvores a grande altura. O ninho é decorado com flores e penas de outras aves. O choco dura à volta de 16 dias. O seu início é em fins de Maio.

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Em Portugal é uma espécie abundante, sobretudo no Sul, sendo rara no Litoral Centro e Norte, onde o clima é mais húmido.

Fonte: Wikipédia
Exemplar fotografado em Tramagal.

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Nasceu a 30 de Janeiro de 1961 em Lisboa e cresceu no Alentejo, em Santiago do Cacém. Dali partiu em 1980 para ingressar no Exército e no Curso de Enfermagem. Foi colocado em Santa Margarida e por aqui fez carreira acabando por fixar-se no Tramagal em 2000. A sua primeira ligação à Vila "metalúrgica" surge em 1988 como Enfermeiro do TSU. Munido da sua primeira câmera digital, em 2009 e com a passagem à situação de reserva, começou a registar a fauna do Vale do Tejo, a natureza e o património edificado da região, as ruas, as pessoas... Com colaborações regulares em jornais da região e nacionais este autodidata acaba por conseguir o reconhecimento público, materializado em alguns prémios. Foi galardoado na 8ª Gala de Cultura e Desporto de Tramagal na categoria de Artes Plásticas (Fotografia) em 2013.

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