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Quarta-feira, Julho 28, 2021

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À Descoberta | Este sábado há viagem pelo Trízio e meandros do Zêzere

Uma viagem pelo Trízio e um “à descoberta” pelo meandros do Zêzere, é a proposta turística e ambiental proposta pela ZêzereTrek, de Vila de Rei, para este sábado, dia 3 de dezembro, levando os participantes desta actividade a experienciarem e percorrerem a intermodalidade da Grande Rota do Zêzere, num dos troços mais bonitos desta rota.

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A pé, por trilhos serpenteando as serras, ou sulcando as águas da Albufeira de Castelo do Bode, o desafio abarca a passagem por cenários naturais onde a avifauna local será apenas um dos atractivos.

A actividade terá início no Centro Náutico do Zêzere, na localidade de Trízio, onde se dará início ao percurso fluvial até ao ponto de partida para o passeio pedestre, a Isna Velha.

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Desta antiga aldeia, parcialmente submersa pelas águas do Zêzere, os participantes caminharão até Fernandaires, uma das mais emblemáticas aldeias ribeirinhas de Vila de Rei e da região do Médio Tejo, famosa pela sua aprazível praia fluvial. O regresso ao Trízio será novamente de barco, onde se poderá apreciar em perspectiva as encostas envolventes ao rio. A actividade finalizará com um almoço servido no Centro Náutico do Zêzere.

Horários:

10H00 – Concentração no Centro Náutico do Zêzere, no Trízio (GPS: Latitude: 39°43’47.62″N; Longitude: 8°13’51.39″W). Travessia fluvial até Isna Velha;
10H15 – Chegada a Isna Velha e início do percurso pedestre;
12H30 – Chegada a Fernandaires e regresso de barco ao Trízio
13H00 – Almoço;

A actividade tem um custo de 25 euros por pessoa, incluindo acompanhamento com Guia, almoço, travessias de barco e seguro.

Contactos, para inscrições ou questões sobre o passeio, através do n.º 934 877 160 ou pelo email: zezeretrek@zezeretrek.com.

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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