VN Barquinha | Encontro de Cultura Popular como reflexão sobre o Ribatejo

Refletir sobre o Ribatejo é o objetivo. Foto: DR

O II Encontro de Cultura Popular do Ribatejo, a realizar no dia 25 de maio no Auditório Municipal de Vila Nova da Barquinha, surge “como um imperativo de reflexão sobre o Ribatejo, permitindo evidenciar a produção teórica que os últimos anos tem contribuído para valorizar a representação antropológica desta região”. A explicação é da organização: Fórum Ribatejo e Município de VN Barquinha.

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A iniciativa vai decorrer entre as 9 horas e as 19 horas, e incluirá uma homenagem ao etnomusicólogo Bertino Coelho Martins e a apresentação pública do Livro de Actas do I Encontro, realizado em 2017, bem como uma “Mostra de Publicações sobre Cultura Ribatejana”.

O público-alvo é alargado, vai dos profissionais e académicos das áreas da cultura e do social, e, em especial, aos investigadores das áreas das ciências sociais, professores dos diversos graus de ensino, aos técnicos culturais da administração regional e autárquica, profissionais de turismo e do património e responsáveis técnicos das associações que se devotam à pesquisa e ao estudo do património etnográfico e folclórico da nossa região.

Segundo os promotores, pretende-se ao longo do dia “formular diversas interrogações sobre o que podemos compreender agora, à luz dos mais atuais e diversos conhecimentos, em temáticas como a religiosidade popular, trabalho, relações sociais e de género, ciclo de vida, saúde e alimentação”.

Para isso, o Fórum Ribatejo “ambiciona estimular um diálogo, aberto e partilhado, entre investigadores oriundos dos mais diversos campos científicos: da história à geofísica, da economia ao património, da literatura ao turismo, da biologia à antropologia, e demais domínios do conhecimento”.

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Articulando o passado histórico com o presente, “procurar-se-á examinar as representações diacrónicas do corpo social e cultural, da economia e desenvolvimento regional e local, bem como questionar a importância dos factores identitários, enquanto mecanismos que, ontem e hoje, produzem ou não, em cada um de nós, um sentimento de pertença regional”, acrescenta a organização.

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