“Vinhos para as Festas”, por Armando Fernandes

Foto: DR

Para azia do PAN os provérbios onde entram animais continuam válidos neste tempo de indigência mental de alguns políticos, e por “quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele” obrigo-me a escrever o presente texto na sequência de um leitor, ao modo de interpelação, pedir-me indicações sobre vinhos a entrarem nas suas refeições festivas da chancela TEJO, por os nomear e indicar nos escritos e nos falares interventivos no universo da informação, acrescento: em muitas refeições quotidianas, pois também degusto outros a fim de estabelecer comparações apesar do risco de comparar mal.

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Feito um exame ao escrito e dito fiquei de cumprir o prometido, no entanto, a tarefa torna-se mais ingrata quando os intranquilos (espumantes) e tranquilos produzidos no Ribatejo para nosso aprazimento surpreendem pela positiva de dia para dia, seja no tocante a colheitas tardias, brancos, rosés e até um clarete, tintos e licorosos.

Que indicar? Boa interrogação, má resposta dada a premência aliada ao facto de as provas mais recentes tenderem a ofuscar outras, caso do tinto Premium Fiúza (soberbo vinho), do colheita tardia da Quinta da Alorna e a da Quinta do Casal Branco, dos vários brancos Badula, do Casal da Coelheira, da Quinta da Côro, da Quinta do Falcão, tente-se no clarete da Quinta da Lapa, nos tintos da Quinta da Lagoalva, da Companhia das Lezírias, da Adega Cooperativa do Cartaxo, do Casal da Coelheira, os Falua (Conde de Vimioso), os da Encosta do Sobral… nos espumantes as provas mais recentes não esquecem o Monge da Quinta do Casal Branco, o rosé da Quinta da Lagoalva e o branco da Quinta da Lapa. Satisfaço a pergunta? Não.

Para além do esquecimento (pela urgência) de várias referências, deixo ao curioso a tarefa de provar, provar e voltar a provar de forma a não me colocar situação difícil, até porque em matéria de palatos afinados…

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