Tramagal | Adiadas comemorações de 100 anos de Borboleta da MDF

Foto: Patrícia Fonseca

O falecimento de Rui Duarte Ferreira, neto de Eduardo Duarte Ferreira, fundador da Metalúrgica tramagalense, levou ao cancelamento das atividades de comemoração do centenário da marca da Borboleta, que se realizariam domingo, dia 13 de agosto.

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A junta de freguesia de Tramagal, na pessoa do presidente Vítor Hugo Cardoso, emitiu um comunicado alertando a população para o adiamento para “outra data a informar oportunamente”.

Explicando que o motivo do adiamento se deve ao falecimento do Engenheiro Rui Duarte Ferreira, a Junta de Freguesia mostra-se “entristecida com o acontecido e a apresenta as sentidas condolências à família enlutada”, pedindo ainda à comunidade compreensão e que participe nas atividades na data que será posteriormente agendada.

Rui de Magalhães Duarte Ferreira faleceu ao final do dia desta quinta-feira, 10 de agosto, em Cascais, na sequência de uma pneumonia que o mantinha internado há mais de uma semana.

Nesta sexta-feira, às 16h, foi celebrada uma missa na igreja de Carcavelos, sendo depois realizada a sua cremação. A seu pedido, as suas cinzas serão depois levadas para o Tramagal. Será realizada uma cerimónia fúnebre no domingo, 13 de agosto, na missa do meia-dia, na igreja do Tramagal, e as suas cinzas seguirão logo depois para o jazigo da família, na mesma localidade.

Nascido há 86 anos no Tramagal (a 2 de dezembro de 1930), era filho de Maria de Magalhães Basto e Manuel Cordeiro Duarte Ferreira, e neto de Eduardo Duarte Ferreira, fundador da Metalúrgica da borboleta. Foi o primeiro elemento da terceira geração a assumir a gestão da empresa, onde entrou em 1958. Nos anos 60, conseguiu firmar uma parceria com a marca francesa Berliet, iniciando a construção dos milhares de camiões militares que vieram a fazer história na Guerra Colonial.

ler mais:

Tramagal | 1930-2017 | Rui Duarte Ferreira

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Abrantes ↔ Portalegre. Licenciada em Jornalismo. Quer estudar até ser velhinha. Gosta de escrever até gastar a tinta da caneta, isto ao som de boa música. Quando tiver a sua casa quer encher as paredes com estantes de livros. Adora a natureza, nutre um carinho especial pelos animais. Acredita que fotografar liberta a alma. Crê num jornalismo puro, sério e de proximidade. Gosta de contar histórias e eternizar memórias. E não se vê a fazer outra coisa.
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