Torres Novas | Estudo prévio para reabilitação do Nogueiral aprovado com várias alterações

reunião de 13 de novembro de 2018, com vice-presidente Luis Silva a apresentar o estudo prévio da requalificação do Nogueiral Foto: mediotejo.net

O estudo prévio para a Reabilitação do Nogueiral – 1ª fase foi aprovado por maioria na reunião camarária de terça-feira, 13 de novembro, com um voto contra do BE e uma abstenção do PSD. A vereadora Helena Pinto (BE) questionou as várias alterações que foram feitas ao projeto, nomeadamente a redução do investimento de mais de um milhão para cerca de 400 mil euros.

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Segundo nota de imprensa municipal, “o estudo prévio do projeto de arquitetura paisagista apresentado consiste na requalificação do Largo José Lopes dos Santos, Rua do Caldeirão e Avenida dos Bombeiros Voluntários, bem como o “Laranjal” até à ligação com a Avenida Dr. João Martins de Azevedo (incluindo rotunda, passeios e faixa de rodagem) a qual se integra num conjunto de espaços mais alargada incluindo o Jardim Municipal”.

“O espaço disponível para as várias intervenções tem aproximadamente uma área de 10.000m² e deverá incluir diversas valências, como a criação de zonas verdes de enquadramento, estadia e recreio e a conceção de zonas exteriores para eventos culturais de pequena/média dimensão como espetáculos e apresentações”, adianta.

A aposta do município é melhorar a circulação pedonal, sendo que alguns lugares de estacionamento vão ser eliminados. Assim na rua do Caldeirão, “com a reconstrução para fins didático-culturais do edifício da antiga central hidroelétrica propõe-se transformar o espaço numa “rua sem carros”, potenciando a vivência urbana”.

Já no conjunto Avenida Dr. João Martins de Azevedo/Rotunda/Rua Do Bom Amor “propõe-se a resolução do trânsito na confluência das três vias através do redesenho da rotunda existente”.

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Para a execução do projeto estima-se um custo de 475.198,48 euros.

Pedindo inicialmente para que o tópico fosse retirado, Helena Pinto fez uma larga análise sobre este estudo prévio, constatando as diversas alterações que foram realizadas ao projeto que foi apresentado à população, que ultrapassava então o milhão de euros. Salientando a falta de documentação e as opções pouco amadurecidas, num estudo prévio cheio de fragilidades, acabaria por votar contra.

Já António Nobre (PSD) manifestou preocupação com a eliminação de lugares de estacionamento na zona do Teatro Virgínia, alertando para os constrangimentos que a situação irá causar. O vereador absteve-se.

O documento foi a votação com os alertas deixados pela oposição, sendo que o ante-projeto ainda deverá ser votado em reunião de câmara, segundo explicou o executivo PS.

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