Torres Novas espera mais de 65.000 visitantes nas “Memórias da História”

Torres Novas espera mais de 65.000 visitantes nos quatro dias da edição deste ano das “Memórias da História”, que vai decorrer de quinta-feira a domingo sob o tema “A Medição do Mundo – Manuel de Figueiredo, cosmógrafo de Portugal”.

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O evento, que nos últimos oito anos tem vindo a recuperar “os mais importantes momentos do passado de Torres Novas”, faz recuar o tempo no centro histórico da cidade, que se enche de festa e das cores e sons da época, afirma uma nota do município.

Este ano, a cidade vai recuar até ao início do século XVII, quando Manuel de Figueiredo, cosmógrafo-mor do Reino, visita Torres Novas, a sua terra, e traz consigo “novidades e maravilhas dos novos mundos e espanta os torrejanos com a explicação das artes, da matemática, da astronomia e da navegação”, com a vila a ver, pela primeira vez, mapas e astrolábios e Portugal a começar a “sonhar ser livre, de novo”.

Torres Novas espera mais de 65.000 visitantes nas "Memórias da História"

“É este o cenário que a edição de 2017 desta feira de época irá desenhar através de momentos de recriação histórica, atividades lúdicas, performances musicais e teatrais que criam o ambiente certo para uma viagem única”, afirma a nota da Câmara Municipal de Torres Novas.

Com “inúmeros cenários e personagens” no campo da feira, os visitantes poderão “percorrer a mouraria, universo de cores e de cheiros ímpares, empunhar espadas na praça d’armas, entrar no submundo dos enfermos e desvalidos no Postigo da Traição, conhecer outras histórias no Paço dos Robertos ou provar iguarias numa das muitas bodegas da feira”, entre outras “vivências” proporcionadas.

Este ano, o recinto da feira será alargado até ao Jardim das Rosas e existirão novas áreas temáticas, incluindo uma zona dedicada aos mais pequenos e para apoio às famílias, afirma o município.

Depois de, em 2016, ter recebido mais de 64.500 visitantes, é esperado um crescimento da afluência a este evento que começou por contar com financiamento comunitário e passou a realizar-se com entradas pagas, a um valor “simbólico”.

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