Tomar | Centro histórico apresenta evolução positiva quanto ao estado de conservação

Corredoura, em Tomar. Foto: mediotejo.net

O tema foi apresentado esta segunda-feira, dia 11 de novembro, para conhecimento, na reunião pública de executivo camarário de Tomar. Hugo Cristóvão (PS), vice-presidente da CM Tomar, congratulou-se com a evolução “positiva” do estado de conservação do centro histórico da cidade em 2019, destacado em levantamento feito por funcionário da autarquia, em comparação com dados de 2013.

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O estudo, tratou-se de levantar informação atualizada do estado de conservação dos edifícios localizados no Centro Histórico de Tomar. Hugo Cristóvão, que presidiu à sessão em substituição da autarca Anabela Freitas, apresentou o estudo levado a cabo pela Câmara Municipal de Tomar, feito em comparação com outro efetuado em 2013, destacando uma evolução “bastante positiva” e salientando o crescente número de obras dos últimos cerca de quatro anos naquela zona nobre da cidade.

O vice-presidente notou o decréscimo de 143 edifícios em 2013 com classificação de “Mau estado de conservação” para 97, onde se inclui o Convento de Santa Iria que se espera vir a ter “caminho traçado” com investidores interessados na sua reabilitação conjunta com o ex-Colégio Feminino para conversão em hotel.

Foto: mediotejo.net

No total de 804 fogos dos 57 quarteirões assinalam-se como estando em “Bom” estado de conservação 300 edifícios, 352 como “Razoável”, 41 como “Ruína” e 97 em mau estado de conservação. Refere-se ainda que 14 dos fogos se encontram em obras (em 2013 apenas 10 detinham esta classificação).

“O nível de obras tem sido bastante recorrente, caso da Rua Silva Magalhães. Dos projetos que estão em fase de licenciamento há um vasto conjunto de edifícios prestes a entrar em obra”, indicou.

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Por outro lado, o vereador entende que os dados de evolução positiva não devem descansar o Município, uma vez que são notificados “com alguma regularidade os edifícios que estão devolutos/em ruínas, e à partida, ainda este ano ou início do próximo vamos fazê-lo novamente”.

Maquete que sintetiza o levantamento feito sobre o estado de conservação dos edifícios do centro histórico de Tomar, em 2019. Foto: mediotejo.net

“O cenário já foi bastante pior, quero acreditar que para isso também contribuiu um pouco as regalias que surgiram pela definição da ARU, e com isso os proprietários tenham visto como uma vantagem a recuperação dos edifícios”, frisou.

O autarca lembrou que, no período que antecedeu a Festa dos Tabuleiros, foram concedidas isenções. “Pelo menos a nível da manutenção simples como pinturas, a cidade teve um grande acréscimo de obras e no global está com um aspecto mais cuidado”, disse, ainda que considere que “há muito a fazer” no campo da regeneração e reabilitação urbana.

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