Tagus e restantes GAL apelam ao reforço do seu papel no futuro do desenvolvimento rural

Foto: DR

Com a discussão sobre o futuro do Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DBLC), os Grupos de Ação Local (GAL), dos quais faz parte a Tagus (Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior), apelaram aos decisores políticos para, através do Pacto de Desenvolvimento Local 2030, reforçarem do seu papel no futuro do desenvolvimento dos territórios.

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O culminar desta discussão está agendado para sexta-feira, dia 12 de julho, no Centro Cultural de Campo Maior, em articulação com o Município de Campo Maior. Este pretende ser um momento de balanço, reflexão, partilha e valorização dos territórios que irá permitir analisar o futuro do instrumento DLBC.

Para o encontro foram convidados a intervir os Ministros da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, e o Ministro do Planeamento, Nelson de Souza, avança a Tagus, que incide a sua intervenção nos municípios de Abrantes, Constância e Sardoal, em nota de imprensa.

O Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) consiste numa “abordagem territorial, através da qual são implementadas Estratégias de Desenvolvimento Local (EDL) concebidas por Grupos de Ação Local (GAL) com uma estreita ligação ao tecido social, económico e institucional de cada território, visando o desenvolvimento, diversificação e competitividade da economia e a melhoria das condições de vida das populações.”

O Pacto de Desenvolvimento local 2030 reúne subscrições de diferentes entidades e áreas de atuação, desde autarquias a empresas, empresários em nome individual, ou organizações da sociedade civil, como associações de agricultores, empresariais, sociais, culturais, entre outras.

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“Foram 106 as subscrições que a TAGUS recebeu dos agentes que actuam no Ribatejo Interior”, pode ler-se na mesma informação, dando conta que estas assinaturas “provieram dos setores prioritários definidos estratégia da TAGUS, como da agricultura, educação, turismo, acção social, associativismo e ainda dos serviços, os quais pretendem assim demonstrar o seu apoio aos processos de desenvolvimento local e à necessidade de mobilização de financiamentos e instrumentos adequados” à sua intervenção.

“Os subscritores são na sua maioria privados, cerca de 60, mas da lista fazem também parte 18 entidades públicas e 28 público-privadas, nas quais são contabilizadas as colectividades culturais, sociais, entre outras”, observa a Tagus.

Os GAL, que atuam há 28 anos, já apoiaram mais de 30 mil projetos em diversos setores, fortaleceram as dinâmicas locais e promoveram a competitividade e a coesão dos territórios.

Estas ações são possíveis através do LEADER 2020, um portal que disponibiliza informação de carácter técnico, económico e organizacional dirigida a agentes que desenvolvem actividades nas áreas da Produção, Transformação ou Comercialização Agrícola e/ou Florestal, visando responder aos desafios que se colocam aos territórios rurais.

 

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