Sertã | José Luís Jacinto (PS) renuncia ao lugar de vereador no executivo camarário

O candidato do PS (Foto: mediotejo.net)

O candidato do Partido Socialista (PS) à Câmara da Sertã, José Luis Jacinto, informou hoje através de um comunicado que vai renunciar ao lugar de vereador para o qual foi eleito no passado dia 1 de outubro, invocando motivos pessoais e profissionais.

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Num breve texto, e referindo que não vai prestar mais declarações sobre o assunto, José Luís Jacinto começa por saudar os habitantes do concelho da Sertã, aproveitando a oportunidade para agradecer publicamente ao Partido Socialista, por ter apoiado o seu projeto de mudança e a todos os que nele acreditaram.

“Após cuidada reflexão, concluí que, por motivos familiares e profissionais, não me será possível assumir as obrigações correspondentes às funções de vereador. Neste momento, devido à situação clínica de um familiar próximo, nem sequer me é permitido estar presente na cerimónia de instalação da câmara municipal. Em termos políticos, também entendo que, no sistema de governo municipal, a oposição não deve ser pessoal, mas sim institucional. Será, como é devido, assumida pelo Partido Socialista. Assim, renunciei ao cargo de vereador, com a certeza de que há outras formas de lutar pela mudança. Continuarei, por isso, ao lado daqueles que têm por objetivo por fim ao ciclo de passividade que condena o Concelho da Sertã ao subdesenvolvimento”, pode ler-se.

A tomada de posse dos órgãos autárquicos na Sertã está marcada para este sábado, 14 de outubro, às 18:30, na Casa da Cultura da Sertã.

Nas eleições autárquicas de 1 de outubro, na Sertã, o PSD venceu a presidência da Câmara da Sertã com 58,43% (5331 votos), elegendo assim cinco mandatos, enquanto o PS obteve 33,47% (5054 votos) e dois mandatos eleitos. Sem eleger qualquer mandato está o CDS-PP que atingiu os 2,22% dos votos e a CDU com 1,25 por cento.

Na Assembleia Municipal o PSD venceu também com 56,23%e 13 mandatos (menos um do que em 2013) e o Partido Socialista fica em segundo, com 32,94% e oito mandatos (mais dois que em 2013).

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