Sardoal | Câmara aprova anteprojeto de drenagem de águas residuais de Cabeça das Mós

O presidente da Câmara Municipal de Sardoal, Miguel Borges. Créditos: mediotejo.net

O anteprojeto de beneficiação do Sistema de Drenagem de Águas Residuais (SAR) de Cabeça das Mós foi aprovado por unanimidade, esta quarta-feira, em reunião de Executivo camarário de Sardoal. Trata-se de uma intervenção com um investimento de 861 mil euros com financiamento em 85% do PO SEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

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A Câmara Municipal de Sardoal aprovou por unanimidade em reunião de Executivo, esta quarta-feira, 27 de fevereiro, o anteprojeto de beneficiação do SAR de Cabeça das Mós.

O projeto está ligado a uma candidatura que o Município apresentou ao POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, que ronda os dois milhões de euros para cinco intervenções a realizar no concelho. O caso da reformulação do sistema de adução à localidade de São Simão, da reformulação do sistema de adução à localidade de Valhascos, remodelação e beneficiação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Panascos e remodelação e beneficiação da ETAR de Vale das Onegas.

Sardoal | Câmara aprova anteprojeto de drenagem de águas residuais de Cabeça das Mós
Reunião de Câmara Municipal de Sardoal. Créditos: mediotejo.net

Aprovou-se  “a construção de um coletor de esgotos e de uma conduta elevatória”,deu conta o presidente da Câmara, Miguel Borges (PSD), ao mediotejo.net. Isto porque Cabeça das Mós tem duas ETAR e o Município pretende anular uma delas e construir uma nova “e depois o sistema vai ser bombeado de uma zona de Cabeça das Mós para a nova ETAR. O que queremos é encerrar a zona norte de Cabeça das Mós com o esgoto e fica praticamente toda a aldeia beneficiada”.

Miguel Borges explica que esta candidatura é proposta “já na lógica da nova empresa intermunicipal de gestão de água em baixa, integrada por seis municípios do Médio Tejo. O que valoriza a própria candidatura”. O presidente falava num investimento de mais de 20 milhões de euros, nos seis municípios alertando para a importância das candidaturas. O prazo para esta intervenção agora aprovada terminava a 28 de fevereiro. “Se não for aproveitado o financiamento comunitário terá de ser feito com recurso ao crédito bancário” explica.

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Esta intervenção mereceu votação em reunião de Câmara Municipal por ultrapassar 750 mil euros, valor até ao qual o presidente de Câmara possui delegação de competências.

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