Rossio | Caminheira e Chefe do Agrupamento 697 recebem louvor nacional

O Chefe Joaquim Mendes e a Caminheira Mariana Mendes, do Agrupamento 697 do CNE, foram agraciados com os Louvores atribuídos pela Junta Central do CNE relativos à sua prestação no ACANAC 2017. Foto: Inês Neto

A Caminheira Mariana Mendes e o Chefe Joaquim Mendes (Pyetra), do Agrupamento 687 de Rossio ao Sul do Tejo, receberam este mês de janeiro, no Conselho Regional, um louvor nacional pela sua participação no Acanac de 2017, evento que se realiza de quatro em quatro anos e que contou na última edição com a presença de cerca de 22 mil escuteiros.

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O Acanac é uma atividade nacional organizada para os escuteiros de todas as secções (dos 6 aos 22 anos). Realiza-se de quatro em quatro anos no Campo Nacional de Atividades Escutistas de Idanha a Nova. No passado Acanac, que ocorreu entre 31 de julho e 6 de agosto de 2017, o mote da atividade foi “Abraça o Futuro”.

A atividade procurou responder à pergunta: “O que podemos fazer para sermos mais responsáveis sob o ambiente que nos rodeia?”. O Acanac de 2017, contou com a maior participação de sempre – 22 mil escuteiros.  Daí que a logística tenha sido um desafio tão grande. E foi exatamente aí que a ajuda da Caminheira Mariana e do Chefe Joaquim lhes valeu um louvor nacional.

O Chefe Pyetra, nome pelo qual é mais conhecido, esteve integrado da equipa pedagógica da IV Secção. As equipas pedagógicas são responsáveis por levar a secção respetiva a viver o imaginário da melhor forma. Para isso organizaram e prepararam atividades para que o imaginário, “Abraça o futuro”, chegasse a cada escuteiro.

Para o Chefe Pyetra, o mais difícil de tudo foi coordenar todas as atividades para que não existissem atrasos intoleráveis. Situação que é bastante comum e fácil de acontecer dada a dimensão da atividade. O planeamento de uma atividade nacional, como é o Acanac, começa com um ano de antecedência, explica o Chefe.

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Mais tarde, vão sendo constituídas as equipas que planeiam os diferentes momentos da atividade. Quando a data da atividade se aproxima torna-se necessário encaixar tudo nas limitações logísticas que o número de participantes acarreta.

A Caminheira Mariana esteve durante toda a atividade na enfermaria da II Secção. Tarefa nada fácil, devido sobretudo ao cansaço. A própria afirma que este fator foi o mais difícil de superar.

“Tivemos imensos miúdos que necessitaram de alguns cuidados e não estava à espera que fossem tantos, foi muito desgastante.”. Como a melhor parte de toda a experiência, a Caminheira Mariana, indica três razões. A equipa maravilhosa com quem trabalhou, a superação diária e por fim, as coisas que aprendeu.

No dia 6 de janeiro realizou-se o Conselho Regional no Centro de Ciência Viva em Constância. Aí foram distribuídos os louvores nacionais a todos quantos os receberam da região. Já no dia 26 de janeiro, aconteceu na igreja do Rossio uma outra cerimónia.

Esta teve como objetivo partilhar e homenagear os feitos da Caminheira Mariana e do Chefe Pyetra com toda a comunidade paroquial. Um escuteiro vive para servir a sua comunidade. Como diria Mahatma Gandhi, “Quem não vive para servir não serve para viver.”.

Filipa Neto

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