Portimonense goleia Eléctrico e segue para as ‘meias’ da Taça de futsal

Portimonense goleia Eléctrico e segue para as 'meias' da Taça de futsal. Foto: FPF

O Portimonense qualificou-se hoje para as meias-finais da Taça de Portugal de futsal, ao golear o Eléctrico, por 7-3, num embate entre primodivisionários decidido com uma ‘chuva’ de golos no segundo tempo.

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No dia de abertura da ‘final a 8’, no Centro de Congressos e Desportos de Matosinhos, um ‘hat-trick’ de André Rochato (23, 30 e 36 minutos) e os golos de Filipinho (25), Pedrito (36), João Silva (36) e Deivão (37) construíram o triunfo do 12.º classificado do campeonato, anulando os tentos de Mimi (cinco), Rodriguinho (34) e Graça (36) para a formação de Ponte de Sor, décima colocada.

O jogo decorreu à porta fechada por determinação da Federação Portuguesa de Futebol, em resposta à doença de Covid-19, declarada na quarta-feira como pandemia pela Organização Mundial de Saúde, que já provocou mais de 4.600 mortos e 125 mil infeções.

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A realizar a melhor prestação de sempre na prova ‘rainha’, o Portimonense juntou-se a Sporting de Braga e Leões de Porto Salvo no lote de apurados para as meias-finais e marcou encontro com os minhotos, que horas antes bateram o Ladoeiro (3-2), da II Liga.

As rondas seguintes estavam agendadas para o fim de semana, mas todas as competições nacionais de futebol e futsal organizadas pela entidade federativa serão suspensas a partir de sexta-feira, depois dos 78 casos confirmados em Portugal.

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Mais afoitos e verticais no plano ofensivo, os portalegrenses capitalizaram a entrada rematadora logo ao quinto minuto, quando Caio Ruiz falhou o drible sobre Mimi, que recuperou a bola, galgou vários metros e rematou colocado.

Num ritmo crescente, os algarvios ripostaram com situações clamorosas de Luíz Fassy, André Rochato e Kennedy, ao passo que Henrique Vicente perdeu um contra-ataque prometedor e Rodriguinho abanou o poste direito da baliza ‘alvinegra’.

A reentrada impetuosa do Portimonense devolveu a igualdade aos 23 minutos, com um ‘tiro’ exterior de André Rochato, e consumou a reviravolta aos 25, numa investida do capitão Filipinho pela esquerda, beneficiando da defesa incompleta de Cristiano.

Os pupilos de José Santos voltaram a festejar aos 30 minutos, numa assistência de Pedrito para o ‘bis’ de Rochato, mas sofreram durante alguns instantes para se adaptarem à inclusão do guarda-redes avançado Bello nos últimos oito minutos.

Em duas jogadas consecutivas de ‘cinco para quatro’, os comandados de Kitó Ferreira restabeleceram a igualdade por Rodriguinho, aos 34, e Graça, aos 36, num minuto alucinante em que os algarvios demoraram pouco para retomar a vantagem, alicerçada em quatro golos sucessivos assinados por Graça, Rochato, Pedrito e João Silva.

A missão do Portimonense encontrava facilidades a cada perda de bola do Eléctrico em ataque apoiado, como evidenciou o derradeiro tento de baliza aberta por parte de Deivão aos 37 minutos, culminando um segundo tempo de tremenda eficácia.

Jogo no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos, em Matosinhos.

Portimonense – Eléctrico, 7-3.

Ao intervalo: 0-1.

Marcadores:

0-1, Mimi, 05 minutos.

1-1, André Rochato, 23.

2-1, Filipinho, 25.

3-1, André Rochato, 30.

3-2, Rodriguinho, 34.

3-3, Graça, 36.

4-3, André Rochato, 36.

5-3, Pedrito, 36.

6-3, João Silva, 36.

7-3, Deivão, 37.

Equipas:

– Portimonense: João Silva, Filipinho, André Rochato, Deivão e Caio Ruiz. Jogaram ainda Hulk, Pedrito, Paulinho, Kennedy, Paulo Rocha e Luíz Fassy.

Treinador: José Santos.

– Eléctrico: Cristiano Marques, Bello, Wendell, Rodriguinho e Mimi. Jogaram ainda Xandinho, Pegacha, Milton, Graça e Henrique Vicente.

Treinador: Kitó Ferreira.

Árbitros: António Almeida e Rui Ventura.

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Filipinho (18).

Assistência: Sem espetadores por determinação da Federação Portuguesa de Futebol, em resposta à pandemia de Covid-19.

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