Ourém | Tecnorém prevê duplicar volume de negócios em 2017

No jantar de Natal homenageiam-se os funcionários com 10 e 20 anos de casa. FOTO: mediotejo.net

Uma das maiores empresas do concelho de Ourém, a Tecnorém, prevê duplicar o volume de negócios já em 2017. Após um ano de “sementeira”, conforme explicou ao mediotejo.net o presidente do conselho de administração, Carlos Baptista, o grupo já conseguiu adjudicar mais de 20 obras para o próximo ano e espera dentro de três anos poder estar entre as maiores empresas de construção do país.

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O balanço do ano foi realizado aos funcionários durante o tradicional jantar de Natal, na quinta-feira, 29 de dezembro, no Centro de Negócios de Ourém. Ao mediotejo.net, Carlos Baptista explicou que a empresa se encontra “estável”. “Foi um ano de sementeira, em que nós semeámos bastante em investimentos, atendendo à conjuntura”, referiu. “Pensamos que esses investimentos que semeámos terão uma colheita profícua em 2017”, frisou.

Ourém | Tecnorém prevê duplicar volume de negócios em 2017
Carlos Baptista deixou boas notícias para 2017, com um volume crescente de adjudicações. FOTO: mediotejo.net

O empresário explicou que durante 2016 quase não houve adjudicações, tendo o volume de negócios não ultrapassado os 20 milhões de euros. Mas “prevê-se um cenário positivo, porque já temos em carteira um conjunto de obras elevadas”, que perfazem 40/50 milhões de euros em todo o grupo. Por tal prevê que seja necessário contratar mais recursos humanos, sobretudo nas áreas da engenharia. Neste momento os projetos que o grupo tem executado situam-se sobretudo nas áreas do ambiente e saneamento, por todo o país.

Nascida em 1989 na área da construção civil e obras públicas, a Tecnorém é uma empresa familiar que tem vindo a crescer gradualmente no setor, diversificando-se nos últimos anos para outras áreas de negócios. Atualmente possui investimentos também na área da saúde sénior, reparação de automóveis, equipamentos hoteleiros e climatização, administração de imóveis e indústria de madeiras. Dá emprego atualmente a cerca de 410 funcionários.

Durante o jantar de Natal a administração homenageou os trabalhadores com 10 e 20 anos de casa. Carlos Baptista lembrou o ano “muito difícil, com muita falta de trabalho”, com “falta de concursos, falta de vistos do Tribunal de Contas”. Por tal, “fizemos investimentos quer eram necessários na empresa”, em mais de 2 milhões de euros.

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No ano de 2017, “a não ser que venha um vendaval”, poderá registar-se um pico no volume de negócios, adiantou. “Hoje já estamos a concorrer ao lado das maiores empresas do país”, salientou, manifestando o desejo que dentro de três anos a Tecnorém esteja ao mesmo nível. “Se não houver nada em contrário o nosso grupo será um dos maiores do país nos próximo anos”, terminou.

 

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