“O Tejo e a sustentabilidade”, por Hugo Costa

A História demonstra-nos que uma grande percentagem dos conflitos militares que existiram tiveram como base os recursos naturais, nomeadamente a água. Uma estratégia de sustentabilidade dos territórios obriga sempre a olhar para os nossos recursos hídricos como ativos estratégicos cruciais.

Na minha atividade pública sempre dei a cara contra a poluição dos nossos rios. Foi assim com o Nabão, Almonda ou com Tejo, o mais importante rio da nossa região e país. Nessas matérias (como em todas) sempre coloquei o interesse da região acima de qualquer interesse tático ou partidário.

As alterações climáticas, as necessidades energéticas e agrícolas fazem com que a gestão dos caudais seja cada vez mais complexa e obrigam a uma redobrada atenção quando se trata de rios internacionais.

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A gestão dos caudais do rio Tejo é assente na denominada Convenção de Albufeira (1998) e, posteriormente, completada com o Protocolo de Revisão do Regime de Caudais, em 2008.

Espanha não está claramente a cumprir com as suas obrigações e Portugal só pode ser intransigente na defesa dos seus rios, nomeadamente o Tejo. Podem contar comigo para esse combate.

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