Nuno Banza nomeado presidente do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas

Nuno Banza nomeado presidente do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas. Foto: DR

Nuno Miguel Soares Banza foi nomeado, em regime de substituição, para o cargo de presidente do conselho diretivo do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), segundo despacho publicado na quarta-feira em Diário da República.

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Nuno Banza, 44 anos, é licenciado em Engenharia do Ambiente e mestre em Ordenamento do Território e Impactes, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e doutorando em Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e foi técnico superior de Engenharia do Ambiente no ICNF, tendo sido o responsável da especialidade de engenharia do ambiente nos trabalhos dos Planos de Ordenamento do Parque Natural da Arrábida e Reserva Natural do Estuário do Sado.

Os membros do conselho diretivo do ICNF são por norma designados na sequência de procedimento concursal, mas “tendo em conta a importância da missão do ICNF e a necessidade de assegurar o normal funcionamento daquele instituto até à conclusão dos respetivos procedimentos concursais, foram designados, em regime de substituição, aqueles dirigentes do ICNF”, refere o despacho conjunto dos ministros do Ambiente e Transição Energética e da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural.

O despacho nomeia também Paulo Jorge de Melo Chaves e Mendes Salsa para o cargo de vice-presidente do conselho diretivo do ICNF

Também em regime de substituição, foram nomeados vogais do conselho diretivo do ICNF Nuno Miguel Sequeira Gama, Sandra Vinhais Sarmento, Maria Teresa Fidélis da Silva, Rui Manual Pombo, Olga Carrasco Martins e Joaquim Jorge Castelão.

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De acordo com o despacho, as nomeações em regime de substituição “foram efetuadas tendo em consideração a entrada em vigor do diploma 43/2019, de 29 de março, que aprova a estrutura orgânica do ICNF, que visa melhorar o quadro orgânico indispensável e devidamente capacitado à prossecução coordenada das prioridades nacionais na gestão integrada de fogos rurais, na gestão de proximidade aos diferentes territórios e seus agentes nas áreas da floresta, conservação da natureza e biodiversidade”.

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