Médio Tejo | Projeto cultural ‘Caminhos’ estende-se até ao ano 2020

O projeto Caminhos - Programação Cultural em Rede no Médio Tejo, da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, vai estender-se a 2020. Foto arquivo: Frederico Borges

O projeto Caminhos – Programação Cultural em Rede no Médio Tejo, da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, vai estender-se a 2020. A candidatura aprovada pelo Centro 2020 em 2017 abrangia três anos e a sua reprogramação permite nova edição da iniciativa que leva a cultura pela região através dos Caminhos do Ferro, da Água e da Pedra.

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Alterações nos procedimentos burocráticos possibilitaram que fosse proposta a elegibilidade do investimento realizado entre os anos de 2018 e 2020 e não entre 2017 e 2019. O esclarecimento foi feito ao mediotejo.net pelo Secretário-Executivo da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIM do Médio Tejo), acrescentando que assim se procura “potenciar da melhor forma o uso dos fundos comunitários a que temos acesso”.

A proposta foi formalizada com a aprovação por unanimidade pelo Conselho Intermunicipal da CIM do Médio Tejo na reunião do dia 24 de janeiro, e, segundo Miguel Pombeiro, “os seus pressupostos já estão garantidos em função daquilo que foi uma posição da própria CCDR Centro”. A quarta edição está assegurada com novas propostas culturais em diversas áreas artísticas, como o teatro, a música, o novo circo e a dança.

Médio Tejo | Projeto cultural 'Caminhos' estende-se até ao ano 2020
Caminhos da Água 2018. Foto: Hugo Magro

Questionado sobre o balanço dos últimos anos, Miguel Pombeiro refere que “a marca Caminhos vai sendo conhecida, vai tendo notoriedade”. Trata-se de “um processo em permanente construção” que não envolve apenas o financiamento isolado de espetáculos nos 13 municípios, “mas a existência de três períodos de programação completamente estabilizados”.

O Secretário-Executivo da CIM do Médio Tejo acrescenta que esta rede cultural regional se destaca por estimular a participação do público da região “não apenas nos eventos do seu concelho”, mas gerando “mobilidade interna [a nível regional] do ponto de vista da atuação cultural” através de momentos “distintos e diferenciadores”.

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