Médio Tejo | Alterações Climáticas na mira da CIM do Médio Tejo

Ambiente. Foto: DR

As alterações climáticas estão na mira da CIM do Médio Tejo, que aprovou um plano neste âmbito no passado dia 9, na reunião do Conselho Intermunicipal. O Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Médio Tejo (PIAACMT) encontra-se em fase de conclusão e engloba ações à escala regional e municipal, prevendo-se a sua apresentação pública em meados do mês de junho.

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O Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Médio Tejo (PIAACMT) foi aprovado pelos representantes dos 13 concelhos da região do Médio Tejo durante a última reunião do Conselho Intermunicipal. O documento resulta da candidatura aprovada no âmbito do PO SEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, do Portugal 2020, que envolve um investimento global na ordem dos 185.000,00€, comparticipado em 85,75%.

O mediotejo.net falou com Miguel Pombeiro no final da reunião e, segundo o Secretário Executivo da CIM do Médio Tejo, o plano “está praticamente concluído”, prevendo-se a sua apresentação na Assembleia Intermunicipal temática agendada para o próximo dia 5 de junho, seguida da apresentação pública que deverá ter lugar em Torres Novas no dia 18 do mesmo mês.

O PIAAC assenta em nove setores, nomeadamente agricultura, florestas e pescas, biodiversidade, energia e indústria, ordenamento do território e cidades, recursos hídricos, saúde humana, segurança de pessoas e bens e turismo, que abrangem 20 medidas. Estas, por sua vez, integram dezenas de ações concretas, desde operações técnicas no terreno, como o registo periódico e atualizado de ocorrência, a ações de informação e sensibilização associadas ao tema, como a resistência e resiliência das áreas florestais dos incêndios.

Uma vez aprovado, o desenvolvimento do plano entra numa nova fase em que cada concelho se irá pronunciar sobre as ações apresentadas. O objetivo é que o PIAACMT considere a região como um todo, mas esteja adequado à escala municipal. Objetivo confirmado por Miguel Pombeiro que aponta que o impacto do plano deve ser sentido “na própria atuação da gestão municipal”.

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