Futebol | Coruchense vence no Pego em jogo emotivo até final (c/fotos e audio)

Vitória justa dos coruchenses, que se aceita perante boa réplica de uma equipa do Pego que deu mostras de poder fazer um campeonato tranquilo. Foto: mediotejo.net

CASA DO POVO DO PEGO 0 – “O CORUCHENSE” 2

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Campeonato Distrital da 1ª Divisão – 2ª Jornada

Campo de Jogos do Pego – Pego – 22-09-2019

Num jogo que já se previa equilibrado e emotivo, a recém promovida equipa da Casa do Povo do Pego enfrentou olhos nos olhos um eterno candidato ao título distrital. O Grupo Desportivo “O Coruchense” precisou de se esforçar para levar os três pontos em disputa.

Assistiu-se a bom futebol no Campo de Jogos do Pego.

O conjunto da Casa do Povo do Pego estreou-se esta época a jogar em casa em jogos oficiais e vendeu cara a derrota perante “O Coruchense”, um dos grandes candidatos à subida de divisão.

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O futebol praticado pelos dois conjuntos foi nivelado por cima, proporcionando um bom espectáculo ao público que aderiu em bom número.

A primeira parte foi passada em parada e resposta e, mesmo sem grandes ocasiões de golo, o perigo rondou as duas balizas. O nulo ao intervalo premiava a eficácia das defesas perante os ataques.

O segundo tempo começou mal para os pegachos. Logo aos 4 minutos, aproveitando uma saída em falso do guardião da casa, Ganso faz o primeiro tento da partida e num abrir e fechar de olhos “O Coruchense” adiantava-se no marcador.

Sem baixar os braços, aos 8 minutos da etapa complementar, o capitão Fábio Santos quase empatava. Remate forte e bem colocado a obrigar o guarda redes de Coruche a defender para a linha de fundo. Só aos 21 minutos é que “O Coruchense” fez novamente perigar a baliza do Pego, mas desta feita com João Rosa a brilhar numa defesa enorme a remate de Diogo Conceição.

Mostrando maior maturidade, os forasteiros foram levando a vantagem mínima até aos últimos segundos quando Gil e Gil comete falta (mão na bola) dentro da área pegacha. Chamado à conversão, Serginho não tremeu e fechou as contas do jogo, fazendo o segundo da sua equipa.

Vitória dos coruchenses que se aceita perante boa réplica dos locais que deram mostras de poderem fazer um campeonato tranquilo.

Arbitragem regular, sem influência no resultado.

FICHA DO JOGO:

CASA DO POVO DO PEGO:

João Rosa, Ermis Tavares, William, Duarte Gonçalves, Weslei da Silva, André Batista, Gil e Gil, Diogo Rosado, Fábio Santos, Ronaldo Cá e Paulo Cruz.

Suplentes: Diogo Pascoal, Gonçalo Farinha, Vitor Lúcio, Flávio Calado, Tiago Marchante, Pedro Alves e Miguel Jesus.

Treinador: Miguel Marques.

Casa do Povo do Pego.

GRUPO DESPORTIVO “O CORUCHENSE”:

Gonçalo Guerra, Capeto, Ygor, Gamito, Rui Bento, Diogo Conceição, Paulo Letras, Benavente, Joel (cap.), Ganso e Serginho.

Suplentes: Nicolau, Samuel, Rodrigo, Dinis, Luciano, Marco Vestia e João Moreira..

Treinador: Gonçalo Silva.

Grupo Desportivo “O Coruchense”.

GOLOS: Ganso e Serginho (gp) (“O Coruchense”).

EQUIPA DE ARBITRAGEM:

Miguel Martins, Adriano Chora e João Fonseca.

Trio de Arbitragem e capitães as equipas.

Como habitualmente, no final do jogo ouvimos os dois técnicos que mesmo com objectivos diferentes na competição evidenciaram a qualidade das duas equipas:

Miguel Marques – Treinador do Pego.

 

Gonçalo Silva – Treinador de “O Coruchense”.

 

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A grande “culpada” é uma velhinha máquina de escrever Royal esquecida lá por casa e que me “infectou” para uma vida que se revelou mais tarde não fazer sentido sem o jornalismo. O primeiro boletim da paróquia e o primeiro jornal da pequena aldeia onde frequentava a escola (tinha apenas 7 anos de idade) entranharam-me a alma (e o sangue) deste “vício” de escrever e comunicar. Seguiram-se os pequenos jornais de turma, os das escolas, os painéis informativos colocados nas paredes dos átrios e o dos escuteiros... e nunca mais o “vício” sarou. Ao longo da vida, foram vários e diversificados os ofícios exercidos profissionalmente, mas o “mar dos desejos” desaguava sempre numa folha de papel ou (mais tarde) num portátil de computador (e sempre com a máquina fotográfica como companhia). Já mais "a sério” e desde jornais regionais, rádios locais, periódicos nacionais e televisão (TVI), já são mais de 45 anos de um percurso “académico” de alguém que pouco se importa de não possuir um “canudo”.

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