“Eleições europeias: todos são chamados a votar”, por Hugo Costa

No próximo dia 26 de maio, todos nós somos chamados às urnas para participar num momento muito importante para a democracia: as Eleições Europeias. Em meu entender, estas são umas eleições que são decisivas para o futuro de Portugal e da Europa. O meu primeiro pedido a todos os que me lêem é esse mesmo: Votem! Participem! Deixar que outros decidam por nós não beneficia o sistema democrático.

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Recordo que nas últimas Eleições Europeias a abstenção foi superior a 66% e este dado só nos pode deixar preocupados uma vez que é um sinal de desinteresse quando a Europa somos todos nós.

Certamente que a burocracia europeia e a distância dos assuntos europeus estão na base do problema mas, por outro lado, essas questões só podem ser resolvidas com participação. Obviamente que assistimos a uma campanha europeia onde tipicamente pouco discutimos matéria europeia. E isso resulta da distância pese embora que uma boa governação nacional só pode realizada em conjunto com a Europa.

Uma nova agenda social europeia é necessária, combatendo o populismo e o extremismo. É nesse âmbito que devemos apostar também numa Europa longe daqueles que gostariam de ir além da troika e dos que defenderam sanções máximas para Portugal, como foi o caso do candidato a presidente da Comissão Europeia apoiado PSD e CDS, o alemão Manfred Weber.

O candidato que, por escrito, colocou a necessidade de sanções não pode e não deve ser perdoado pelos Portugueses.

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Temos de defender uma visão europeia do investimento e, sim, devemos trabalhar para que os investimentos que Portugal necessita no horizonte 2030 sejam objecto de fundos comunitários. Estas são também umas eleições europeias decisivas no que às alterações climáticas diz respeito.

Este combate é dos mais decisivos das nossas vidas. E esta matéria só pode ser resolvido no contexto da Europa. Uma Europa que todos nós construímos.

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