Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Esta fotografia faz precisamente 7 meses, hoje, dia 10 de novembro, dia em que é publicada. É o Tejo, o Rio Tejo, ali para os lados da Ortiga. E não é na margem, é no leito do rio. Ali deveria estar a passar o seu caudal normal, ali não seria suposto sequer eu estar a fotografar.

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Recentemente o caudal do Tejo foi noticia também nos media nacionais. Ontem, o Arlindo Marques publicou mais um vídeo feito no rio, onde se vê uma goma estranha, negra, que está agarrada às pedras do seu leito. São, portanto dois problemas: a regularização dos caudais e a poluição.

Atendendo a que devemos aguardar para ver a eficácia do governo recentemente formado e que é um dos maiores dos países da Europa, espero que estes problemas possam ser resolvidos brevemente.

Mas pondo a possibilidade de fazer um apelo ao governo sobre o que isto pode afetar na economia local e nacional, fico na dúvida a quem o devo dirigir. E a minha maior dúvida é que, provavelmente, nenhum dos 19 ministros e dos 50 secretários de estado também saberá.

Ministro do Ambiente e da Ação Climática

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Secretário de Estado Adjunto e da Energia

Secretária de Estado do Ambiente

Secretário de Estado da Conservação da Natureza

Ministra da Agricultura

Secretário de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Rural

Ministro do Mar

Secretário de Estado das Pescas

Ministra da Coesão Territorial

Secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional

Secretária de Estado da Valorização do Interior

Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital

Secretária de Estado do Turismo

Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor

Link para o vídeo

Não sei porque razão mas as pedras e do rio Tejo ficaram muito mais negras, e as ervas ficaram com uma "goma negra" agarrada, se alguém souber do que se trata diga alguma coisa. Pois as pedras estavam escuras devido á poluição do Tejo mas agora ficaram piores mais negras . Uma coisa é certa antes do foco de poluição elas estavam limpinhas e tenho vídeos e fotos que provam isso. E não devemos esquecer que o rio está assim em todo o seu leito.

Publicado por Arlindo Consolado Marques em Sábado, 9 de novembro de 2019

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Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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