Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Podia ser o “Mar D’Outubro” ou um dos “Sete Mares”, da Sétima Legião.
Ou “O Mar”, de Madredeus.

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Também podia ser a história de uma navegação cantada pelo Fausto quando vai “Por Este Rio Acima”…

Mas também existem os mares “interiores”, como os “Seven Seas” dos Echo and the Bunnymen…

O Mar, sempre O Mar…

Podemos vê-lo como limite, fronteira, diversão, surpresa, trabalho,contemplação, etc. etc. etc.

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O Mar tem sempre esse poder, o de ser aquilo que queiramos que seja. Aqui, nesta fotografia, pode ser um Mar imaginário, o Mar de fim de dia, ou o Mar de faz-de-conta.
Pode fazer deste Mar o seu Mar. Se quiser, claro.

*Fotografia: Moinhos de Entrevinhas, Sardoal, agosto de 2019.

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Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.

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