Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Quando somos assaltados recorremos às autoridades policiais. Quando há desacatos públicos chamamos as forças policiais. Se nos sentirmos injustiçados recorremos aos tribunais. Quando estamos doentes vamos ao médico. Em caso de urgência, ligamos o 112 e depois vamos com os Bombeiros ou com o INEM.

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Se for o INEM, as equipas são compostas por profissionais a tempo inteiro, se forem bombeiros já podem ser voluntários. Caso a nossa casa comece a arder, chamamos os bombeiros que também podem ser voluntários. E no meio disto tudo continuo a não perceber porque é que o nosso estado não reconhece os Bombeiros como essenciais para garantir uma Proteção Civil eficiente e profissional, paga como as outras forças de segurança.

Estas coisas das Associações de Bombeiros Voluntários já deviam ser coisas do passado.
E notícias de que os Bombeiros não têm dinheiro para os combustíveis deviam ser fake news.

Fotografia: Incêndio em Saramaga, Alcaravela, 2017.

Nasceu no Sardoal em 1964, e é licenciado em Fotografia. Fez o Curso de Fotojornalismo com Luíz Carvalho do jornal “Expresso” (Observatório de Imprensa). É formador de fotografia com Certificado de Aptidão Profissional (registado no IEFP). Faz fotografia de cena desde 1987, através do GETAS - Centro Cultural, do qual também foi dirigente e fotografou praticamente todos os espetáculos. Trabalha na Câmara Municipal de Sardoal desde 1986 e é, atualmente, Técnico Superior, editor fotográfico e fotógrafo do boletim de informação e cultura da autarquia “O Sardoal” e de toda a parte fotográfica do Município. É o fotógrafo oficial do Centro Cultural Gil Vicente, em Sardoal. Em 2009, foi distinguido pela rádio Antena Livre de Abrantes com o galardão “Cultura”, pelo seu percurso fotográfico. Conta com mais de meia centena de distinções nacionais e internacionais. Já participou em dezenas de exposições individuais e coletivas.
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1 COMENTÁRIO

  1. Interrogo-me sobre essa questão vezes sem conta e, muito siceramente, a única razão que encontro é a falta de organização. Os bombeiros deviam ser considerados uma classe de profissionais altamente especializados em todas as funções que desempenham e remunerados de acordo com as habilitações técnicas e académicas. No caso das corporações mais pequenas, podiam integrar os serviços municipaís aquando fora serviço.

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