Crónica fotográfica, por Paulo Jorge de Sousa

Há fotografias que são propícias a tantas interpretações que cada um de nós consegue ter meia dezena de pensamentos, todos eles diferentes uns dos outros.  Mas isso não quer dizer que seja uma fotografia fácil. Ela pode ser também uma fotografia provocadora.

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Daquelas que nos faz pensar se realmente há ou não há uma possibilidade de passarmos esta porta que apesar de velha teima em ter uma chave que ninguém sabe onde está.
Cá para mim deve ser algum banco que a deve ter.

A casa, no interior de Portugal, deve ter ficado sem ninguém, porque o banco, segundo as notícias, mais facilmente empresta dinheiro para comprar um carro (para nos pirarmos daqui para fora) do que para fazermos obras e a tornar mais eficiente e confortável, apesar dos compromissos que fez com o Estado.

Fotografia, Sardoal (sem data)

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