Chamusca | Falta de combustível na origem da aterragem de emergência de ultraleve

Aeronave caiu nos campos a sul da Chamusca. Foto: GPIAA

Concluídas as investigações, o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves aponta a “falha no fornecimento de combustível” no tanque auxiliar como o problema que levou à paragem do motor do avião ultraleve que aterrou de emergência num campo de milho, em Vale de Cavalos, Chamusca, na tarde de 22 de junho.

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O voo da aeronave ultraleve, com a marca ALPI e modelo Pioneer 200, partiu do aeródromo das Lezírias, em Vila Franca de Xira, com destino à pista de Santa Margarida, em Constância. Após 10 minutos de voo, e a Sul da vila da Chamusca, o motor parou a uma altitude estimada de mil pés. O piloto, único ocupante, após tentar sem sucesso o arranque do motor, decidiu efetuar uma aterragem de emergência nos campos agrícolas em frente, saindo ileso do acidente.

O relatório elaborado pelo Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves refere que o fornecimento de combustível ao motor terá sido “obstruído por acumulação de sedimentos”.

A aeronave sofreu danos significativos sobretudo nos trens de aterragem.

Na altura, o piloto tinha cerca de 123 horas de experiência total de voo, todas realizadas na mesma aeronave, nos últimos 14 meses.

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No final do relatório, a entidade que investiga os acidentes aéreos reforça “a necessidade do completo conhecimento e compreensão dos sistemas das aeronaves por parte dos pilotos”.

Filtro sujo impediu a passagem do combustível. Foto: DR
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